Título: Literatura brasileira antes e depois do achamento
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Ana Cristina Cesar (ACC)
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Recorte sobre
Literatura brasileira antes e depois do achamento
(Título)
Manuel da Costa Pinto (Autoria)
Século XX
Resenha
[Folha de S.Paulo], coluna: Rodapé
; 1(folhas)
Scrittori brasiliani, Presença da literatura brasileira
Há destaques à caneta esferográfica preta. Na primeira organização do Arquivo Ana Cristina Cesar, dada pelo IMS em 2002, registrada em base Access, esse documento integrou a série Matéria extraída de publicação com a notação ACC-MP-POA-491.
Intelectual, escritor, filósofo, dramaturgo, professor, romancista, artista plástico, ensaísta, poeta, político e advogado brasileiro;Romancista que figura entre os maiores da literatura brasileira, Erico Verissimo se definia simplesmente como um “contador de histórias”. Somou à sua abundante produção literária a atividade fecunda de editor e foi um dos responsáveis pelo sucesso da Editora Globo. Nasceu em Cruz Alta (RS), em 17 de dezembro de 1905, tornou-se conhecido com o romance Clarissa (1932) e celebrizou-se com a trilogia O tempo e o vento, cujo primeiro título, O continente, saiu em 1949. Morreu em Porto Alegre (RS), em 28 de novembro de 1975.;Uma das maiores romancistas brasileiras, dona de prosa vigorosa e enxuta, Rachel de Queiroz foi também cronista excepcional. Nasceu em Fortaleza (CE), em 17 de novembro de 1910, e aos dezesseis anos começou a atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1945, ano em que deu início a trinta anos de colaboração como cronista na revista O Cruzeiro, período em que deu continuidade à sua obra de romancista. Morreu no Rio de Janeiro, em 4 de novembro de 2010.;Poeta de privilegiada consciência crítica, Ana Cristina Cesar destacou-se na década de 1970 por uma poesia intimista marcada pela coloquialidade. Nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 2 de junho de 1952 e cursou Letras na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC). Incluída na antologia 26 poetas hoje, organizada por Heloisa Buarque de Hollanda em 1975, fez parte da geração de intérpretes de uma liberdade estética incomum que aproximou leitor e poesia por meio de informalidade e aparente improviso. Ana Cristina Cesar morreu no Rio de Janeiro, em 29 de outubro de 1983.
O Arquivo Ana Cristina Cesar chegou ao Instituto Moreira Salles em 1999. Conserva numerosos cadernos com anotações diversas, rascunhos de poemas, traduções, notas de leitura, de reflexões e observações gerais, além de outros originais da autora. Contém correspondência, desenhos, fotografias, recortes de jornal e de revista.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
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