Title: Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento
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Recorte sobre
Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento
(Título)
Roberto Ventura (Autoria)
18 de fevereiro de 1989
Resenha
Folha de S.Paulo, seção: Livros
; 1(folhas)
Nas malhas da letra, Crescendo durante a guerra numa província ultramarina, Stella Manhattan, Em liberdade
Possui ilustração: imagem fotográfica de Silviano Santiago e Ana Cristina Cesar, de autoria não identificada. Na primeira organização do Arquivo Ana Cristina Cesar, dada pelo IMS em 2002, registrada em base Access, esse documento integrou a série Matéria extraída de publicação com a notação ACC-MP-POA-578.
Professor universitário de carreira curta e brilhante, Roberto Ventura foi dos mais refinados estudiosos de Os sertões, e ficou na história literária brasileira como euclidiano indispensável. Nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 01 de fevereiro de 1957 e cursou Letras na Universidade Santa Úrsula, mestrado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e línguas e literaturas românicas pela Universidade de Rühr, em Bochum, na Alemanha. Em 1987, de volta ao Brasil, defendeu tese de doutorado em Letras (teoria literária e literatura comparada) na Universidade de São Paulo (USP) e em seguida começou a carreira de professor na mesma universidade. Apaixonado pela célebre obra de Euclides da Cunha, Os sertões, dedicou-se ao estudo não só do livro, como de seu autor. Foi colaborador da Folha de S.Paulo e do Estado de S. Paulo. Roberto Ventura morreu em 14 de agosto de 2002, no interior do estado de São Paulo, quando voltava de conferência em São José do Rio Pardo deixando, inacabado, seu grande projeto literário, o livro Euclides da Cunha: uma biografia.;Chamado o "grande poeta universal do Brasil", Carlos Drummond de Andrade foi também cronista do time dos melhores. Nasceu em Itabira do Mato Dentro (MG), e, aos dezoito anos, começou a colaborar no jornal belo-horizontino Diário de Minas, ao mesmo tempo que se integrava ao movimento modernista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1934, onde escreveu a sua obra poética e aproximadamente seis mil crônicas. Morreu no Rio de Janeiro, em 17 de agosto de 1987.;Poeta de privilegiada consciência crítica, Ana Cristina Cesar destacou-se na década de 1970 por uma poesia intimista marcada pela coloquialidade. Nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 2 de junho de 1952 e cursou Letras na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC). Incluída na antologia 26 poetas hoje, organizada por Heloisa Buarque de Hollanda em 1975, fez parte da geração de intérpretes de uma liberdade estética incomum que aproximou leitor e poesia por meio de informalidade e aparente improviso. Ana Cristina Cesar morreu no Rio de Janeiro, em 29 de outubro de 1983.
O Arquivo Ana Cristina Cesar chegou ao Instituto Moreira Salles em 1999. Conserva numerosos cadernos com anotações diversas, rascunhos de poemas, traduções, notas de leitura, de reflexões e observações gerais, além de outros originais da autora. Contém correspondência, desenhos, fotografias, recortes de jornal e de revista.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
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