Title: Estação de Hidroaviões do Aeroporto Santos Dumont, projeto de Attilio Correia Lima e Burle Marx
Title: Estação de Hidroaviões do Aeroporto Santos Dumont, projeto de Attilio Correia Lima e Burle Marx
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Estação de Hidroaviões do Aeroporto Santos Dumont, projeto de Attilio Correia Lima e Burle Marx
Estação de Hidroaviões do Aeroporto Santos Dumont, projeto de Attilio Correia Lima e Burle Marx
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1955(Data de produção)
1955 - 1956(Datas-limite)
O projeto da Estação de Hidroaviões do Aeroporto Santos Dumont é de Attilio Correia Lima e foi declarado Monumento Nacional do Governo Brasileiro, em 1956. Construída entre 1937 e 1938, a Estação de Hidros está entre os primeiros edifícios públicos nos quais se utilizou a linguagem arquitetônica do movimento moderno: estrutura livre de concreto armado, grandes panos de vidro com vista para os hidroaviões do embarcadouro, pilotis e marquises em balanço.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
Arquitetura Moderna, Arquitetura, Externa, Diurna, Estações, Aeroporto Santos Dumont, Estação de Hidroaviões - Rio de Janeiro, Aeroportos
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
http://cultour.it/pt/tour/architettura-in-brasile/
http://portal.iphan.gov.br/dicionarioPatrimonioCultural/detalhes/28/estacao-de-hidroavioes
http://portal.iphan.gov.br/dicionarioPatrimonioCultural/detalhes/28/estacao-de-hidroavioes
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
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