Title: Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
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Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
(Título atribuído)
Georges Leuzinger (Autoria)
circa 1865(Data de produção)
1860 - 1870(Datas-limite)
Praça com a Estatua de Dom Pedro I. (no cavallo). A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861, Rochet montou o monumento na Praça da Constituição, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A Praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
publicado no Caderno de Fotografia Brasileira Georges Leuzinger - 2006. pág.078
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
19.2(height) x 24(width)(imagem)
33.5(height) x 45(width)(dimensão total)
33.5(height) x 45(width)(dimensão total)
Estátua equestre de D. Pedro I, Paisagismo, Flora / Vegetação, Aspectos urbanos, Arte, Paisagem urbana, Diurna, Externa, Horizontal, Praça Tiradentes (Rio de Janeiro), Centro do Rio de Janeiro, Praça da Constituição (Atual Tiradentes)
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965.
Georges Leuzinger (1813-1892) passou à posteridade como proprietário da Casa Leuzinger. Começou como papelaria e oficina de encadernação em 1840, quando o emigrado suíço adquiriu a loja "Ao livro Vermelho". Em 1845, aproximadamente, acrescentou-lhe uma oficina de estamparia e gravura. Em 1852 adquiriu a Typografia Francesa que manteve (parece que com interrupções) até, pelo menos, 1889. Depois, empolgou-se pela fotografia, atividade em que sua casa realizou a sua mais notável obra iconográfica, ao lado da infinidade de livros que imprimiu e muitas vezes editou. Diversos fotógrafos trabalharam em seu ateliê, como o alemão Franz Keller e Marc Ferrez, que ali teve sua iniciação fotográfica.
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Em domínio público
Georges Leuzinger/Acervo Instituto Moreira Salles
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