Título: Cemitério São João Batista
Detalhes
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Pedro Corrêa do Lago
Pedro Corrêa do Lago > Álbuns > Alb.003-Rio de Janeiro > Cemitério São João Batista
Cemiterio de S. João Baptista - Botafogo - Pão de assucar (da chacara do Snr. Rocha)
(Título original)
Cemitério São João Batista
(Título atribuído)
Georges Leuzinger (Autoria)
circa 1866(Data de produção)
1861 - 1870(Datas-limite)
Botafogo, que era centro açucareiro no século XVIII, fazia parte da freguesia de São João Batista da Lagoa. Na foto vemos a rua São Clemente, uma das primeiras do bairro, aberta junto ao Morro da Quinta do Vigário Geral (propriedade do padre Clemente de Matos). À São Clemente foram acrescidos o Caminho Novo de São Joaquim (atual Voluntários da Pátria), em 1826; a Real Grandeza, paralela à moldura da foto; Todos os Santos (atual Mena Barreto); e a de São João Batista. Podemos notar a construção da igreja de São João Batista na rua Nova de São Joaquim, nas terras doadas por Joaquim Marques Leão em 1831, somente concluída em 1875. O Cemitério São João Batista foi construído em 1852, substituindo o de D. Pedro II que funcionava junto ao hospício da praia, freqüentemente atingido pela água do mar. A rua em frente ao cemitério é o velho Caminho do Berquó, atual rua General Polidoro. A fotografia foi tirada da chácara do Senhor Rocha, onde Darwin teria se hospedado quando veio ao Rio em 1832, como parte de sua viagem científica ao redor do mundo.
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
18,9(altura) x 23,9(largura)(imagem/dimensão total)
Aspectos urbanos, Acidente Geográfico, Flora / Vegetação, Externa, Diurna, Bairros, Morro do Pão de Açúcar, Botafogo
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Sanson, M. e Vasquez, P. ORJFL, p. 113.
http://www.uvv.br/heliosantos/fotosdarwin.htm.
http://www.uvv.br/heliosantos/fotosdarwin.htm.
Georges Leuzinger (1813-1892) passou à posteridade como proprietário da Casa Leuzinger. Começou como papelaria e oficina de encadernação em 1840, quando o emigrado suíço adquiriu a loja "Ao livro Vermelho". Em 1845, aproximadamente, acrescentou-lhe uma oficina de estamparia e gravura. Em 1852 adquiriu a Typografia Francesa que manteve (parece que com interrupções) até, pelo menos, 1889. Depois, empolgou-se pela fotografia, atividade em que sua casa realizou a sua mais notável obra iconográfica, ao lado da infinidade de livros que imprimiu e muitas vezes editou. Diversos fotógrafos trabalharam em seu ateliê, como o alemão Franz Keller e Marc Ferrez, que ali teve sua iniciação fotográfica.
Esta imagem está em domínio público e com o download liberado. Por favor, citar o nome do autor seguido de Acervo Instituto Moreira Salles. O IMS não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.
Em domínio público
Georges Leuzinger/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural