Title: Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, o Monumento aos Pracinhas
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Marcel Gautherot
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Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, o Monumento aos Pracinhas
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1968(Data de produção)
1966 - 1968(Datas-limite)
As obras do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundia iniciaram-se a 24 de julho de 1957. Foi inaugurado em 5 de agosto de 1960. Grupo escultórico em homenagem aos pracinhas: de autoria de Alfredo Ceschiatti, com cinco metros de altura, executada em homenagem às três Forças Armadas, representadas por um marinheiro, um soldado e um aviador; da Escultura Metálica , de autoria do arquiteto e escultor Julio Cateli Filho; e do pórtico monumental. O monumento foi dealizado pelo marechal João Baptista Mascarenhas de Moraes, comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB), para receber os restos mortais dos soldados brasileiros mortos na Itália. Foi projetado pelos arquitetos Marcos Konder Netto e Hélio Ribas Marinho, vencedores de um concurso nacional.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
Escultura, Guerras / Revoltas / Revoluções, Estátuas e Monumentos, Arquitetura, Arte, Externa, Diurna, Aterro do Flamengo
http://www.parquedoflamengo.com.br/equipamentos/monumento-nacional-aos-mortos-da-segunda-guerra-mundial-2/
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
