Título: Torre da Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Torre da Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Torre da Igreja da Ordem Terceira do Carmo
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1967(Data de produção)
1966 - 1968(Datas-limite)
A Ordem Terceira do Carmo existia no Rio de Janeiro desde o século XVII e ocupava uma capela próxima ao Convento do Carmo. A Ordem decidiu construir uma nova igreja em 1752. O projeto é atribuído ao português Manuel Alves Setúbal, também construtor do edifício, com planta modificada por Frei Xavier Vaz de Carvalho. As obras se estenderam de 1755 a 1770, ficando as torres inacabadas. As torres atuais só foram construídas entre 1847 a 1850 pelo arquiteto Manuel Joaquim de Melo Corte Real.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Igrejas e capelas, Aspectos urbanos, Arquitetura, Arte, Arte Sacra, Externa, Centro do Rio de Janeiro, Igreja da Ordem Terceira do Carmo (Rio de Janeiro, RJ)
http://patrimonioespiritual.org/2015/02/18/igreja-da-ordem-terceira-do-carmo-rio-de-janeiro/
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
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