Title: Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
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Marcel Gautherot
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Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1975(Data de produção)
1975 - 1976(Datas-limite)
Monumento erguido na Praça Marinha do Brasil em homenagem ao Almirante Marquês de Tamandaré, patrono da Marinha brasileira, que foi a responsável, aliás, pela homenagem. A obra ficou a cargo do escultor Hildegardo Leão Veloso e inaugurada em dezembro de 1937, no local onde desde 1916 já havia um busto em homenagem ao almitante. A estátua de bronze está no topo de um pedestal de concreto que representa a quilha de um navio de guerra, tendo nas laterais figuras simbolizando a Glória e cenas da ação de Tamandaré.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
http://www.brasilcult.pro.br/rio_antigo2/esculturas/esculturas07.htm; http://www.ruascariocas.net/fla-tamandare.html
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
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