Title: Bambelô, festa popular
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Marcel Gautherot
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Bambelô, festa popular
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
1957(Data de produção)
O bambelô é uma dança de roda do tipo batuque ou samba, dançado ao som de instrumentos de percussão. É comum no Nordeste, principalmente nas praias de Natal, no Rio Grande do Norte. Formado um círculo, um ou dois figurantes entram para o centro e, cantando e dançando com agilidade, animam o folguedo. Em alguns bambelôs, o convite para substituição não é feito por umbigada mas por uma reverência com a cabeça ou batida de pé diante da pessoa escolhida. Em Natal é também conhecido como jongo-de-praia, coco-de-zambê e zambelô. É semelhante ao jongo, ao coco-de-roda, à punga.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
Pessoas, Dança, Manifestações / Festas Populares, Externa, Diurna
http://dancasfolcloricas.blogspot.com.br/2011/03/bambelo.html
http://www.comissaonacionaldefolclore.org.br/?i=introducao_historica
Jornal de Natal, 16 de dezembro de 1957 ( Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular )
https://tokdehistoria.com.br/2012/03/07/os-festivais-de-folclore-de-natal-da-decada-de-1950/
http://www.comissaonacionaldefolclore.org.br/?i=introducao_historica
Jornal de Natal, 16 de dezembro de 1957 ( Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular )
https://tokdehistoria.com.br/2012/03/07/os-festivais-de-folclore-de-natal-da-decada-de-1950/
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
