Title: Palácio Arquiepiscopal - portada
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A. C. da Silva Telles
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Palácio Arquiepiscopal - portada
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
O Palácio Arquiepiscopal tem suas origens em 1705, quando uma carta régia autorizou a construção de uma residência para os arcebispos no Terreiro de Jesus. O terreno foi trocado em 1707 por outro, vizinho à antiga Sé, onde havia uma ermida que pertencia à irmandade de São Pedro dos Clérigos, e só então teve início às obras do palácio, concluídas em 1715. O solar urbano desenvolveu-se em torno de um pátio central, para onde abrem-se duas galerias superpostas, denotando influência tardia dos palácios renascentistas. Com subsolo e três pavimentos sobre a rua, nos andares superiores vemos dois lados do pátio com galerias envidraçadas, que podem ter sido varandas. Sua fachada caracteriza-se pelo frontão barroco no acesso principal, e as janelas do térreo e primeiro andar são de peitoril e vergas retas. O prédio ligava-se à antiga Sé por passadiços elevados, demolidos em 1933.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3.6(height) x 2.4(width)(imagem)
Externa, Vertical, Diurna, Pessoas, Transportes, Arquitetura, Praça da Sé - Salvador
http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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