Title: Vista tirada do Hotel Tijuco
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A. C. da Silva Telles
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Vista tirada do Hotel Tijuco
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
Diamantina, antigo Arraial do Tijuco, surgiu no início do século XVIII com o bandeirante Jerônimo Gouvêa, na localidade conhecida como Burgalhau. Seguindo o curso do rio Jequitinhonha, Gouvêa achou, na confluência dos rios Piruruca e Grande, uma grande quantidade de ouro, e a partir da década de 1720 começou a surgir o povoado, seguindo as margens dos rios onde era feito o garimpo. Logo foi descoberto diamante, mas somente depois de alguns anos de exploração foi comunicado o fato à Coroa Portuguesa. O arraial passou a chamar-se Vila Diamantina em 1831, e ainda nesse ano o ciclo de extração de diamantes era intenso, diferente do ciclo do ouro, que já estava em decadência. O ciclo diamantino entrou em decadência somente em 1860, quando foram descobertas jazidas na África, o que fez com que o preço do mineral despencasse. A cidade, que conserva suas características coloniais, é tombada pelo IPHAN e foi nomeada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
2.4(height) x 3.6(width)(imagem)
Externa, Horizontal, Diurna, Arquitetura, Flora / Vegetação
http://www.diamantina.mg.gov.br/portal1/municipio/historia.asp?iIdMun=100131242; http://www.estradareal.org.br/notic/index.asp?pagina=144&codigo=377; http://www.iphan.gov.br/ans/inicial.htm
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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