Título: Igreja de Nossa Senhora do Rosário - vista lateral
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora do Rosário - vista lateral
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A igreja de Nossa Senhora do Rosário foi erguida graças à irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de Barra do Sabará, que em 1757 obteve uma concessão de terra para erguer o atual templo. A irmandade foi fundada por volta de 1713 numa ermida de madeira no mesmo local onde hoje está a igreja, mas logo os irmãos viram a necessidade de um templo definitivo e maior. Em 1768 foi dado o primeiro passo para o início das obras, quando foi contratado o mestre Antônio Moreira Gomes para a execução dos serviços. As obras foram se desenrolando a passos lentos, já que por vezes a irmandade não possuía dinheiro suficiente para sua execução. Em 1780 ficaram prontas a capela-mor e as duas sacristias ligadas à nave da primeira capela. Nesse mesmo ano teve início a construção do corpo da nave ao redor da entrada da primitiva capela. No entanto, a decadência da mineração e, posteriormente, o fim da escravidão, acabaram por impedir o término do templo, que ainda hoje mantém-se inacabado.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
2,4(altura) x 3,6(largura)(imagem)
Externa, Horizontal, Diurna, Arquitetura Colonial, Igrejas e capelas, Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Sabará, MG)
http://www.citybrazil.com.br/mg/sabara/turismo.htm
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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