Title: Convento de Santo Antônio - vista do conjunto de igrejas e convento
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A. C. da Silva Telles
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Convento de Santo Antônio - vista do conjunto de igrejas e convento
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
O Morro de Santo Antônio era um dos quatro morros que marcavam o perímetro urbano da cidade até o século XVIII. Foi doado para os padres franciscanos em 1607, que iniciaram as obras da Igreja e do Convento em 1615. A obra ficou pronta na metade do século XVIII, e uma das funções atribuídas aos religiosos era a de tocar o sino para anunciar incêndio em alguma casa próxima. Em 1653 a Ordem Terceira adquiriu o terreno ao lado dos franciscanos, mas só concluiu a igreja no século XIX. A Ordem manteve no Largo da Carioca um hospital, demolido e transferido para a Tijuca em 1906. Em 1890 foi dada autorização para desmonte do morro, que só se iniciou nos anos 1920. O arrasamento final se deu na década de 1960, e hoje só há preservado o conjunto religioso.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
2.4(height) x 3.6(width)(imagem)
Externa, Horizontal, Paisagem, Diurna, Igrejas e capelas, Aspectos urbanos, Arquitetura, Convento de Santo Antônio - Rio de Janeiro
Sanson, M. e Vasquez, P. ORJFL, p. 60.
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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