Título: Igreja e Colégio dos jesuítas - retábulo lateral
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Igreja e Colégio dos jesuítas - retábulo lateral
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
O Morro do Castelo começou a ser ocupado em 1567, dois anos depois da fundação da cidade no Morro Cara de Cão, quando foram definitivamente expulsos os franceses liderados por Nicolau Duran de Villegaignon. No morro os padres jesuítas José de Anchieta e Manuel da Nóbrega fundaram um Colégio, que no período pombalino, com a expulsão dos jesuítas de Portugal e seus domínios, foi transformado em dependência da Santa Casa de Misericórdia. No mesmo ano de 1567 três igrejas começaram a ser construídas: a de São Sebastião e a do Bom Jesus dos Perdões dos padres da Companhia de Jesus, esta no Colégio, no alto do morro, e no largo mais embaixo a igreja que ficaria conhecida como da Misericórdia e de Nossa Senhora de Bom Sucesso. A igreja de São Sebastião, que foi transformada em Sé da cidade, foi concluída em 1583. Todo o conjunto foi arrasado com o desmonte do Morro do Castelo, em 1922.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Vertical, Interna, Igrejas e capelas, Arte Sacra, Igreja e Colégio dos Jesuítas (Morro do Castelo)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Morro_do_Castelo; www.arquimuseus.fau.ufrj.br/site/index.php?option=content&task=view&id=126&Itemid=112 ; Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg.6 e 7.
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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