Título: Vista da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Detalhes
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Instituto Moreira Salles
Instituto Moreira Salles > AUGUSTO MALTA E ANÔNIMO > Vista da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Exp. 1922
(Título original)
Vista da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
(Título atribuído)
Augusto Malta (Autoria)
1922(Data de produção)
Vista da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil. Os pavilhões espalhavam-se desde a avenida Rio Branco até a Ponta do Calabouço, na esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. Pode-se identificar na avenida Rio Branco, no plano central da imagem e da esquerda para a direita, as seguintes edificações: o Palácio Monroe, as torres da igreja de Santa Luzia, os fundos da Biblioteca Nacional, da Escola de Belas Artes e do Theatro Municipal.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
16,9(altura) x 22,9(largura)(imagem)
17,1(altura) x 23,1(largura)(dimensão total)
17,1(altura) x 23,1(largura)(dimensão total)
Exposição Internacional do Centenário da Independência (1922), Eventos / Cerimônias, Arquitetura, Externa, Horizontal, Diurna, Esplanada do Castelo
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Considerado um dos precursores do fotojornalismo brasileiro, o alagoano Augusto Cesar de Malta Campos, nascido em 1864, documentou mudanças urbanas por que passou o Rio de Janeiro nas primeiras três décadas do século XX com o olhar voltado para os seus habitantes, como operários, prostitutas, velhos e crianças. Aluno de Marc Ferrez, teve fotografias reproduzidas pelas primeiras edições ilustradas do Brasil, como 'Kosmos', 'Fon-Fon' e 'Revista Ilustrada'. Viveu até 1957.
Considerado um dos precursores do fotojornalismo brasileiro, o alagoano Augusto Cesar de Malta Campos, nascido em 1864, documentou mudanças urbanas por que passou o Rio de Janeiro nas primeiras três décadas do século XX com o olhar voltado para os seus habitantes, como operários, prostitutas, velhos e crianças. Aluno de Marc Ferrez, teve fotografias reproduzidas pelas primeiras edições ilustradas do Brasil, como 'Kosmos', 'Fon-Fon' e 'Revista Ilustrada'. Viveu até 1957.
Augusto César Malta de Campos (1864 - 1957). Alagoano, viveu no Rio de Janeiro, produção principal: 3 primeiras décadas do séc. XX. Nasceu em Paulo Afonso, na Província de Alagoas, em 1864. Em 1900 iniciou suas atividades como fotógrafo amador, recebendo parte de seu aprendizado de Marc Ferrez. Em 1903 foi nomeado Fotógrafo Oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro pelo Prefeito Moreira Passos. Deve-se a Malta a mais importante documentação fotográfica do Rio de Janeiro nas três primeiras décadas do século XX. Ele registrou toda a transformação urbana ocorrida na cidade nesse período: demolições, construções, retificações de praças, logradouros e edifícios históricos, além de fotografar os personagens da cidade. Suas fotos foram utilizadas nas primeiras publicações ilustradas como Fon-Fon, Careta, Kosmos, entre outras, e em cartões postais. Malta pode ser considerado um dos precursores do fotojornalismo no país. Faleceu em 1957 no Rio de Janeiro.
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Em domínio público
Augusto Malta/Acervo Instituto Moreira Salles
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