Title: Estátua em homenagem a João Caetano
Details
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Instituto Moreira Salles
Instituto Moreira Salles > GUILHERME SANTOS > Estátua em homenagem a João Caetano
O Rocio estatua João Caetano Theatro
(Título original)
Estátua em homenagem a João Caetano
(Título atribuído)
Guilherme Santos (Autoria)
circa 1920(Data de produção)
1916 - 1925(Datas-limite)
A estátua se encontra em frente ao Teatro João Caetano, onde era o Teatro São Pedro.
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Diapositivo - Vidro
GELATINA/ Prata
P&B
4.5(height) x 11(width)(imagem)
Árvores, Estátuas e Monumentos, Arquitetura, Automóvel / Carro, Diurna, Externa, Teatro João Caetano, Praça Tiradentes (Rio de Janeiro), Centro da cidade
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Acessado em 10/03/2021: http://ashistoriasdosmonumentosdorio.blogspot.com/2010/01/a-estatua-de-joao-caetano.html
Guilherme Antônio dos Santos (Rio de Janeiro, 1871-1966), fotógrafo amador, foi um dos pioneiros da estereoscopia no Brasil ao introduzir o Verascope, um sistema de integração entre câmera e visor. Desenvolvido na França por volta de 1839, o Verascope tornou-se bastante popular entre os fotógrafos amadores e fotoclubes.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
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Em domínio público
Guilherme Santos/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
