Título: Construção da Siderúrgica Aços Anhanguera S. A.
Detalhes
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Hans Gunter Flieg
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Construção da Siderúrgica Aços Anhanguera S. A.
(Título atribuído)
Hans Gunter Flieg (Autoria)
1965(Data de produção)
Registro das instalações industriais da Siderúrgica Aços Anhanguera S/A em construção.
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
10(altura) x 12(largura)(imagem)
Engenharia, Externa, Horizontal, Diurna
1) A Usina de Aços Anhanguera foi inaugurada em 1966 em Mogi das Cruzes pelo presidente Castelo Branco. Em 1988 foi incorporada pela empresa Aços Villares, cuja história remete-se a 1922, quando Carlos Dumont Villares começou a fazer parte da sociedade da empresa Lowsby e Pirie, responsável pela manutenção dos elevadores da cidade de São Paulo. A nova empresa passava a chamar-se então Pirie, Villares e Cia, e além da manutenção, dedicava-se a fabricação e montagem de elevadores. Em 1944, para suprir a necessidade de produzir peças fundidas, foi constituída a Aços Villares S.A.
2) Fotos tiradas exclusivamente com grande-angular de 90°, não aceitas pelo cliente.
2) Fotos tiradas exclusivamente com grande-angular de 90°, não aceitas pelo cliente.
1) SITE: Disponível em: http://www.villares.com.br Acesso em: 2008 Disponível em: wwwroot/historico/pt_br/conteudo_historia.cfm Acesso em: 2008; Disponível em: http://brasil.planetasaber.com/consultation/events/default.asp?Day=10&Month=6 Acesso em: 2008. 2) DEPOIMENTO: Hans Gunter Flieg para Equipe IMS.
O alemão Hans Gunter Flieg (Chemnitz, Alemanha, 1923 - São Paulo, Brasil, 2024), poeta do aço e do concreto, tinha 16 anos quando o recrudescimento do antissemitismo de Adolf Hitler levou sua família a migrar para São Paulo, bem a tempo de se tornar um dos principais documentadores do explosivo desenvolvimento industrial e urbanístico que transformou a cidade em meados do século XX. A partir de 1945, quando se estabeleceu no mercado como fotógrafo industrial, de publicidade e de arquitetura, e até os anos 1980, lançou um olhar rigoroso – com influências marcadas da Bauhaus e do grupo alemão Nova Objetividade – sobre instalações industriais, edifícios, interiores e objetos, tensionando muitas vezes a fronteira entre a objetividade da fotografia documental e o refinamento formal que ambiciona transformar a imagem em abstração.
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