Title: Saboneteira em Art Nouveau
Details
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Hans Gunter Flieg
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Saboneteira em Art Nouveau
(Título atribuído)
Hans Gunter Flieg (Autoria)
1975(Data de produção)
Registro de saboneteira em Art Nouveau, detalhes de residência construída em 1914. Fotografia feita na ocasião da viagem de Flieg para fotografar a Usina Hidrelétrica de Itupararanga, Cia Brasilleira de Alumínio - C.B.A.
Fotografia integrante da exposição e catálogo Hans Gunter Flieg: Dokumentarfotografie aus Brasilien (1940-1970). Realizada em 2008 no museu Kunstsammlungen de Chemnitz, na Alemanha de 7 de março a 1 de junho.
Diapositivo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
10(height) x 12(width)(imagem)
Objetos / Equipamentos, Interna
1) A Companhia Brasileira de Alumínio, fundada em 1941, pertence ao Grupo Votorantim e foi a primeira indústria de alumínio do país.
2) A primeira fábrica da empresa foi construída em 1955 na cidade de Alumínio, antiga Rodovalho, São Paulo, que na época era um núcleo urbano do então bairro de Mairinque. A cidade foi escolhida por sua proximidade com a capital paulista e com o porto de Santos. A fábrica teve papel fundamental no novo ciclo de desenvolvimento da metalurgia no país, entre os anos 1940 e 1950.
3) O Vale do Rio Juquiá foi totalmente comprado pela CBA, desde a estrada de Curitiba. Como condição de funcionamento/concessão, o Estado exigiu que a CBA produzisse energia própria no prazo de um ano - inclusive devido ao alto consumo de eletricidade utilizado na produção de alumínio. Inicialmente, utilizaram energia estatal. Construíram quatro usinas no Vale do Rio Juquiá: Cachoeira do França, Cachoeira do Fumaça, Cachoeira de Alecrim e Serraria. E mais a Usina de Itupararanga no rio Sorocaba (lago de Ibiúna formado pelo represamento do Rio Sorocaba).
4) Flieg registrou tais usinas em fases diferentes (obras de construção e após sua finalização). Ao fotografar a construção da última usina (Serraria), Flieg retornou a primeira usina (do França, já concluída), e as outras duas, para ter um conjunto de todas as usinas. É esse conjunto que está no álbum de 1970 [?75].;Existem também diapositivos e negativos na(s) caixa(s) C.B.A. e parte das imagens sobre a C.B.A. estão reunidas em álbuns
2) A primeira fábrica da empresa foi construída em 1955 na cidade de Alumínio, antiga Rodovalho, São Paulo, que na época era um núcleo urbano do então bairro de Mairinque. A cidade foi escolhida por sua proximidade com a capital paulista e com o porto de Santos. A fábrica teve papel fundamental no novo ciclo de desenvolvimento da metalurgia no país, entre os anos 1940 e 1950.
3) O Vale do Rio Juquiá foi totalmente comprado pela CBA, desde a estrada de Curitiba. Como condição de funcionamento/concessão, o Estado exigiu que a CBA produzisse energia própria no prazo de um ano - inclusive devido ao alto consumo de eletricidade utilizado na produção de alumínio. Inicialmente, utilizaram energia estatal. Construíram quatro usinas no Vale do Rio Juquiá: Cachoeira do França, Cachoeira do Fumaça, Cachoeira de Alecrim e Serraria. E mais a Usina de Itupararanga no rio Sorocaba (lago de Ibiúna formado pelo represamento do Rio Sorocaba).
4) Flieg registrou tais usinas em fases diferentes (obras de construção e após sua finalização). Ao fotografar a construção da última usina (Serraria), Flieg retornou a primeira usina (do França, já concluída), e as outras duas, para ter um conjunto de todas as usinas. É esse conjunto que está no álbum de 1970 [?75].;Existem também diapositivos e negativos na(s) caixa(s) C.B.A. e parte das imagens sobre a C.B.A. estão reunidas em álbuns
1) DEPOIMENTO: Hans Gunter Flieg para equipe IMS 2) SITE: Disponível em: http://www.aluminiocba.com.br/pt/historia.php Acesso em: 2008 Disponível em: http://www.camaraaluminio.sp.gov.br/empresa_cba.htm Acesso em: 2008 Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Companhia_Brasileira_de_Alum%C3%ADnio Acesso em: 2008 Disponível em: www.abal.org.br/industria/nobrasil.asp Acesso em: 2008
O alemão Hans Gunter Flieg (Chemnitz, Alemanha, 1923 - São Paulo, Brasil, 2024), poeta do aço e do concreto, tinha 16 anos quando o recrudescimento do antissemitismo de Adolf Hitler levou sua família a migrar para São Paulo, bem a tempo de se tornar um dos principais documentadores do explosivo desenvolvimento industrial e urbanístico que transformou a cidade em meados do século XX. A partir de 1945, quando se estabeleceu no mercado como fotógrafo industrial, de publicidade e de arquitetura, e até os anos 1980, lançou um olhar rigoroso – com influências marcadas da Bauhaus e do grupo alemão Nova Objetividade – sobre instalações industriais, edifícios, interiores e objetos, tensionando muitas vezes a fronteira entre a objetividade da fotografia documental e o refinamento formal que ambiciona transformar a imagem em abstração.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
