Entrevista com Eduardo Coutinho publicada no jornal O Globo.
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OHATA, Milton (org.). "Eduardo Coutinho". São Paulo: Cosac Naify, 2013. MATTOS, Carlos Alberto. "As sete faces de Eduardo Coutinho". São Paulo: Boitempo, 2019.
Escritora e cronista consagrada, Maria Julieta Drummond de Andrade nasceu em 04 de março de 1928, em Belo Horizonte (MG). Aos seis anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. É conhecida a afinidade intelectual e de personalidade entre Maria Julieta e o pai, Carlos Drummond de Andrade. Iniciou carreira literária aos 17 anos, quando publicou a novela A busca, em 1946. Formada em Línguas Neolatinas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), desempenhou admirável trabalho a favor das letras brasileiras na Argentina. Lecionou literatura na Universidade de Buenos Aires (UBA) e foi diretora do Centro de Estudos Brasileiros. Promoveu o diálogo entre escritores brasileiros e argentinos, por meio de seminários, entrevistas, exposições e traduções para o espanhol. Seus textos, compostos com graça, boa dose de humor e marcados pela observação atenta do cotidiano, foram reunidos em duas antologias: Um buquê de alcachofras, de 1980, e O valor da vida, do ano seguinte. Para o público infantil, publicou, em 1986, Loló e o computador e, no ano seguinte, Gatos e pombos. Maria Julieta Drummond de Andrade faleceu em 05 de agosto de 1987, no Rio de Janeiro.
O arquivo Eduardo Coutinho é constituído por 1340 itens documentais compostos pelos gêneros audiovisuais, fotográficos, iconográficos e textuais. A documentação do arquivo é representativa dos anos de 1927 até 2015 e são frutos das atividades realizadas por Eduardo Coutinho como diretor de cinema e idealizador dos documentários: Cabra Marcado para Morrer (1964-1984), Santa Marta (1987), Boca de Lixo (1992), A Lei e a Vida (1992), Romeiros de Padre Cícero (1994), O Fio da Memória (1988-1991), Um lugar para se viver (1999), Santo Forte (1999), Babilônia 2000 (2000), Edifício Master (2002), Peões (2004), O Fim e o Princípio (2005), Jogo de Cena (2007), Moscou (2009), Um dia na vida (2010), As Canções (2011) e Últimas Conversas (2015). Também existem documentos sobre sua atuação no programa Globo Repórter, roteirista da rede Manchete e TVE e como Membro da Fundação Guggenheim. Recortes de Jornais e correspondência também formam o arquivo, assim como os prêmios, certificados e provas escolares realizadas na infância e na adolescência.
Instituto Moreira Salles
Arquivo Eduardo Coutinho/Acervo Instituto Moreira Salles
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