Title: Praça D. Pedro II e Ilha das Cobras
P002SAm52-0040.jpg
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Georges Leuzinger
(Autoria)
(Autoria)
circa 1865
Details
P002SAm52-0040.jpg
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig > Praça D. Pedro II e Ilha das Cobras
Praça D. Pedro II e Ilha das Cobras
(Título atribuído)
Georges Leuzinger (Autoria)
circa 1865(Data de produção)
1865 - 1870(Datas-limite)
A Praça D. Pedro II passou a ser assim chamada no Segundo Reinado. Apesar disso, a área era chamada pela população de Largo do Paço, por causa do palácio real, e depois imperial, mandado construir por Gomes Freire (futuro Conde de Bobadela) no século XVIII. Foi inicialmente destinado a ser sede do governo e casa dos governadores. Seus alicerces foram fincados em frente ao convento do Carmo, no lugar antes ocupado pela Casa da Moeda. Em 1889, com a Proclamação da República, a praça passa definitivamente a chamar-se Praça XV de Novembro. Ao fundo da imagem vemos a ilha das Cobras, que desde a fundação da cidade fez parte de seu sistema de defesa, com a construção do forte de Santa Margarida em 1641. No entanto, o forte não foi suficiente para conter as investidas do corsário francês Dugay Trouin, que em 1711 invadiu a cidade se apoderando antes da Ilha das Cobras. Depois de expulsos os invasores, a ilha foi fortificada novamente em 1735, com a construção do Forte São José, que além de fortaleza foi usado como prisão, abrigando, inclusive, Tiradentes. No primeiro Império a ilha passou para o Ministério da Marinha, que aí construiu dois diques e um hospital. Ainda hoje a ilha permanece com instalações navais, além de ter, tombados, a porta em granito da antiga fortaleza e o frontispício da capela da luz.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
18.6(height) x 24.5(width)(imagem)
Transportes, Aspectos urbanos, Externa, Horizontal, Diurna
Esta imagem Integra a Coleção Alphons Stübel.
Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg.26 a 28
Georges Leuzinger (1813-1892) passou à posteridade como proprietário da Casa Leuzinger. Começou como papelaria e oficina de encadernação em 1840, quando o emigrado suíço adquiriu a loja "Ao livro Vermelho". Em 1845, aproximadamente, acrescentou-lhe uma oficina de estamparia e gravura. Em 1852 adquiriu a Typografia Francesa que manteve (parece que com interrupções) até, pelo menos, 1889. Depois, empolgou-se pela fotografia, atividade em que sua casa realizou a sua mais notável obra iconográfica, ao lado da infinidade de livros que imprimiu e muitas vezes editou. Diversos fotógrafos trabalharam em seu ateliê, como o alemão Franz Keller e Marc Ferrez, que ali teve sua iniciação fotográfica.
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Em domínio público
Georges Leuzinger/Convênio Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig/Acervo Instituto Moreira Salles
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