Título: Alfredinho, Ângela Maria e Pixinguinha
Detalhes
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Pixinguinha
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Fotografia
Alfredinho, Ângela Maria e Pixinguinha
(Título)
Adelino de Araújo (Autoria)
1955(Data de produção)
Da esquerda para a direita: Alfredinho, Ângela Maria e Pixinguinha (ao piano). Foto para divulgação do lançamento do primeiro LP de Pixinguinha e da turma da Velha Guarda (intitulado "A Velha Guarda") e também para o lançamento do disco de Ângela Maria, "A rainha canta", título homônimo do programa que ela apresentava no mesmo ano na Rádio Nacional.
Alfredinho [Alfredo da Rocha Vianna Neto] (Rio de Janeiro, 21/08/1934 - Rio de Janeiro, 31/10/2003): filho adotado em 1935 pelo compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973) e pela cantora e dançarina Beti [Albertina Nunes Pereira] (Belém, PA, 22/09/1898 - Rio de Janeiro, 07/06/1972), conhecida pelo nome artístico de Jandira Aymoré. Pai do cantor e ator Marcelo Vianna (Rio de Janeiro, 24/02/1969).
Ângela Maria [Abelim Maria da Cunha] (Conceição de Macabu, RJ, 13/05/1929 - São Paulo, 29/09/2018): cantora e atriz. Também conhecida como a "Sapoti", apelido que teria recebido do presidente Getúlio Vargas.
Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Alfredinho [Alfredo da Rocha Vianna Neto] (Rio de Janeiro, 21/08/1934 - Rio de Janeiro, 31/10/2003): filho adotado em 1935 pelo compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973) e pela cantora e dançarina Beti [Albertina Nunes Pereira] (Belém, PA, 22/09/1898 - Rio de Janeiro, 07/06/1972), conhecida pelo nome artístico de Jandira Aymoré. Pai do cantor e ator Marcelo Vianna (Rio de Janeiro, 24/02/1969).
Ângela Maria [Abelim Maria da Cunha] (Conceição de Macabu, RJ, 13/05/1929 - São Paulo, 29/09/2018): cantora e atriz. Também conhecida como a "Sapoti", apelido que teria recebido do presidente Getúlio Vargas.
Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
23,5(altura) x 18(largura)(suporte)
Interna, Vertical, Pessoas
Imagens tiradas nesta mesma ocasião foram publicadas na revista "O Cruzeiro" de 17 de março de 1956, na matéria intitulada "Pixinguinha, o Rei dos Chorões" (pp. 108-112), com texto de Álvares da Silva e fotos de Adelino de Araújo.
Compositor, instrumentista, maestro e arranjador, Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho, 1897-1973) foi assim definido pelo crítico e historiador Ary Vasconcelos: “Se você tem 15 volumes para falar de toda a música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas, se dispõe apenas do espaço de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa: Pixinguinha.”
Acervo Pixinguinha / Instituto Moreira Salles
