Título: Grupo do Caxangá
Detalhes
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Pixinguinha
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Fotografia
Grupo do Caxangá
(Título)
circa 1918(Data de produção)
1913 - 1923(Datas-limite)
Grupo do Caxangá. Da esquerda para a direita, em pé: Pixinguinha (com a flauta), José Alves (com o banjo), pessoa não identificada, Duque e Feniano (com o pandeiro). Sentados: China (com o violão), Nelson Alves (com o cavaquinho) e Donga (com o violão). Foto autografada por Vidraça [Augusto de Amaral] com dedicatória para Pixinguinha.
Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
José Alves [José Alves de Lima]: instrumentista (bandolim, banjo e ganzá). Foi integrante do Grupo do Caxangá e dos Oito Batutas.
Duque [Antônio Lopes de Amorim Diniz] (Salvador, BA, 10/01/1884 - Rio de Janeiro, 28/09/1953): bailarino, jornalista, teatrólogo, compositor, letrista, professor de teatro, cronista e dentista. Transformou o maxixe numa dança elegante e apreciada nas altas rodas. Em 1909, levou o maxixe para Paris, obtendo enorme sucesso.
Feniano [Sizenando Santos]: instrumentista (pandeiro). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos Oito Batutas.
Nelson Alves [Nelson dos Santos Alves] (Rio de Janeiro, 1895 - Rio de Janeiro, 1960): compositor e instrumentista (cavaquinho). Foi integrante do Grupo Chiquinha Gonzaga, do Grupo do Caxangá e dos Oito Batutas.
Donga [Ernesto Joaquim Maria dos Santos] (Rio de Janeiro, 05/04/1889 - Rio de Janeiro, 25/08/1974): compositor e instrumentista (violão e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos grupos Os Oito Batutas, Carlito Jazz, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, Grupo da Guarda Velha e Grupo da Velha Guarda. Foi casado com a cantora Zaíra de Oliveira (Rio de Janeiro, 1891 - Rio de Janeiro, 15/08/1952) e com a cantora e compositora Vó Maria [Maria das Dores Santos Conceição] (Mendes, RJ, 05/05/1911 - Rio de Janeiro, 16/05/2015). Pai da museóloga e escritora Lygia Santos [Lygia de Oliveira dos Santos] (Rio de Janeiro, 01/01/1934 - Rio de Janeiro, 01/06/2025), fruto de seu casamento com Zaíra de Oliveira.
Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
José Alves [José Alves de Lima]: instrumentista (bandolim, banjo e ganzá). Foi integrante do Grupo do Caxangá e dos Oito Batutas.
Duque [Antônio Lopes de Amorim Diniz] (Salvador, BA, 10/01/1884 - Rio de Janeiro, 28/09/1953): bailarino, jornalista, teatrólogo, compositor, letrista, professor de teatro, cronista e dentista. Transformou o maxixe numa dança elegante e apreciada nas altas rodas. Em 1909, levou o maxixe para Paris, obtendo enorme sucesso.
Feniano [Sizenando Santos]: instrumentista (pandeiro). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos Oito Batutas.
Nelson Alves [Nelson dos Santos Alves] (Rio de Janeiro, 1895 - Rio de Janeiro, 1960): compositor e instrumentista (cavaquinho). Foi integrante do Grupo Chiquinha Gonzaga, do Grupo do Caxangá e dos Oito Batutas.
Donga [Ernesto Joaquim Maria dos Santos] (Rio de Janeiro, 05/04/1889 - Rio de Janeiro, 25/08/1974): compositor e instrumentista (violão e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos grupos Os Oito Batutas, Carlito Jazz, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, Grupo da Guarda Velha e Grupo da Velha Guarda. Foi casado com a cantora Zaíra de Oliveira (Rio de Janeiro, 1891 - Rio de Janeiro, 15/08/1952) e com a cantora e compositora Vó Maria [Maria das Dores Santos Conceição] (Mendes, RJ, 05/05/1911 - Rio de Janeiro, 16/05/2015). Pai da museóloga e escritora Lygia Santos [Lygia de Oliveira dos Santos] (Rio de Janeiro, 01/01/1934 - Rio de Janeiro, 01/06/2025), fruto de seu casamento com Zaíra de Oliveira.
Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
16,5(altura) x 21,5(largura)(suporte)
Retrato, Horizontal, Conjuntos musicais / Orquestras, Pessoas
DINIZ, André. "Pixinguinha: o gênio e o tempo". Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2011. Pág. 60.
Internet: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-69092005000200009 (foto do grupo Os Batutas com praticamente os mesmos integrantes e Duque).
Sobre a data do nascimento de Donga: ver o "Jornal do Brasil" de 04/04/1969 (pág. 7). A data foi informada pelo próprio Donga, que chegou a exibir a sua certidão de nascimento, conforme consta no texto da reportagem, publicada na véspera do seu aniversário de 80 anos.
Internet: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-69092005000200009 (foto do grupo Os Batutas com praticamente os mesmos integrantes e Duque).
Sobre a data do nascimento de Donga: ver o "Jornal do Brasil" de 04/04/1969 (pág. 7). A data foi informada pelo próprio Donga, que chegou a exibir a sua certidão de nascimento, conforme consta no texto da reportagem, publicada na véspera do seu aniversário de 80 anos.
Compositor, instrumentista, maestro e arranjador, Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho, 1897-1973) foi assim definido pelo crítico e historiador Ary Vasconcelos: “Se você tem 15 volumes para falar de toda a música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas, se dispõe apenas do espaço de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa: Pixinguinha.”
Acervo Pixinguinha / Instituto Moreira Salles
