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Augusto Boal (AB)
Augusto Boal (AB) > Série Correspondência pessoal > -
Augusto Boal (Autoria)
Destinatário: Michael
2000(Não)
Comentários sobre o livro As imagens de um teatro popular, de Julian Boal. Comentário sobre projeto de trabalho do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) com técnicas do teatro do oprimido (TO). Comentários sobre projeto Theatre in Prisons, de Paul Heritage. Esclarecimento de questões
; 2(folhas)
As imagens de um teatro popular, Theatre in prison, 200 exercícios e jogos para o ator e o não ator com vontade de dizer através do teatro, Pedagogia do Oprimido, Inglaterra, Recife - PE, Brasília - DF, São Paulo - SP
Dramaturgo e diretor de teatro carioca, participou do movimento de renovação da dramaturgia nacional iniciado pelo Teatro de Arena, de São Paulo, na década de 1960. Tornou-se mundialmente conhecido pelo Teatro do Oprimido, técnica desenvolvida por ele na década de 1970 com objetivo de promover a discussão de questões públicas, gerando o envolvimento da plateia. Autor de Revolução na América do Sul (1961) e Murro em ponta de faca (1978), dentre outras peças.
O Arquivo Augusto Boal chegou ao Instituto Moreira Salles em 2017, proveniente do Instituto Antonio Boal. Ainda em vida, Augusto Boal depositou seu acervo na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), em regime de comodato, onde permaneceu por dois anos. Em 2010, o Instituto Augusto Boal foi fundado com o objetivo de divulgar e dar continuidade à obra do dramaturgo. É formado de correspondência.
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