Título: Mario Quintana
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Maurício Rosenblatt (MR)
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Disco
Mario Quintana
(Título)
Mario Quintana (Autoria)
Século XX(Não)
Lado A: Sonetos II, XV, XXIV e XIII, Canção de um dia de vento, Canção balé. Lado B: Pequena crônica policial, Segunda canção de muito longe, A anjo Malaquias, O poema
Fotografia da capa de autoria do Correio do Povo/Não identificado. Arte final de autoria de Waldemir Soares. Produção de Irineu Garcia. O disco é do selo Festa.
Poeta que escreveu versos desde a infância, Mario Quintana nasceu em Alegrete (RS), em 30 de julho de 1906. Em 1924, começou a trabalhar na Livraria do Globo, em Porto Alegre, inicialmente na função de desempacotador de livros, anos depois como colaborador da Revista do Globo, e mais tarde, em 1934, estreou como tradutor na editora gaúcha. Ali foi o tradutor de autores como Proust e outros de peso equivalente, sem desdenhar dos escritores menores, que traduziu com dedicação. Em 1926, Quintana estreou com o conto “A sétima personagem”, publicado no Diário de Notícias, de Porto Alegre. No ano seguinte a revista carioca Para Todos, publicou um poema seu. Ainda no ano de 1934, iniciou colaboração, que se revelaria longa, no Correio do Povo, de Porto Alegre. Em 1940, publicou, pela Globo, seu primeiro livro: a coleção de 35 sonetos intitulada A roda dos cataventos. Com textos curtos e poéticos publicados na coluna “Do Caderno H”, iniciou, em 1945, colaboração na revista Província de São Pedro. Muitos textos nesse estilo seriam publicados ao longo de sua fiel colaboração no Correio do Povo. Em 1946, publicou o segundo livro de versos, Canções. A este livro se seguiu Sapato florido, de 1948, com prosa poética e alguns aforismos. Em 1950, publicou O aprendiz de feiticeiro, e no ano seguinte, Espelho mágico. Mario Quintana morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre.
O Arquivo Maurício Rosenblatt chegou ao Instituto Moreira Salles em 2007. É formado de correspondência e recortes de jornais, além de discos.
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