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Estátua equestre do General Osório; ao fundo, o Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estátua equestre do General Osório; ao fundo, o Paço Imperial
Juan Gutierrez
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro ; Centro
1894

Inauguração da estátua equestre de General Osório
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Inauguração da estátua equestre de General Osório
No dia 12 de novembro de 1894, o monumento foi inaugurado e um grande número de pessoas estava presente no Largo Paço, atual Praça XV de Novembro.
Juan Gutierrez
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro ; Centro
12 de novembro de 1894

Convento e igreja do Carmo, ligados por passadiço acima da rua Sete de Setembro
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Convento e igreja do Carmo, ligados por passadiço acima da rua Sete de Setembro
Tanto a Capela Imperial (oficialmente Igreja de N. S. do Monte do Carmo) como a Igreja da Ordem 3ª do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o Largo D. Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. À direita, em frente à Igreja do Carmo, está o Hotel de France, demolido na década de 1930.
Marc Ferrez
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro
circa 1870

Monumento em homenagem ao General Osório, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Monumento em homenagem ao General Osório, estátua equestre
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro
circa 1905

Assinatura da Lei Áurea no Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Assinatura da Lei Áurea no Paço Imperial
Na sacada do Paço Imperial está a Princesa Isabel, junto ao Conde d'Eu, sendo aclamada pela multidão após a assinatura da Lei Áurea, que finalmente extinguia a escravidão no Brasil. Foi assinada em 13 de maio de 1888 pela princesa e era fruto de um longo processo em favor da liberdade. O regime escravista começou a declinar com o fim do tráfico negreiro, em 1850, mas somente com a Guerra do Paraguai, entre 1865 e 1870, que o movimento abolicionista ganhou impulso. Muitos dos ex-escravos que voltavam da guerra vitoriosos recusavam-se a voltar à sua condição servil. A primeira lei abolicionista (Lei do Ventre Livre) foi promulgada em 1871; em 1884 o Ceará extingue a escravidão em seu território; e em 1885 foi promulgada a Lei dos Sexagenários. Finalmente, em 1888, o império cede às pressões tanto internas como externas e abole de vez a condição servil no país. A Lei Áurea contribuiu ainda para a queda da monarquia, que se daria no ano seguinte. Os republicanos haviam acabado de ganhar significativo apoio dos cafeicultores do Rio de Janeiro, que pleitearam - sem sucesso - uma indenização pela perda de seus "bens".
Antonio Luiz Ferreira
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro
13 de maio de 1888

Largo do Paço
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço
Largo do Paço, com o monumental chafariz de Mestre Valentim ao fundo, no centro da foto. Uma das poucas peças coloniais que resistiu à força modernizadora do começo do século XX, é considerado obra-prima no trabalho de cantaria. Foi construído entre 1780 e 1789 e figurou por quase um século como principal chafariz da cidade. No canto à esquerda, podemos ver um pequeno pedaço do Paço Imperial que dava nome ao Largo.
Camillo Vedani
atual Praça XV de Novembro
1865

O chafariz e as igrejas na Praça D. Pedro II
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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O chafariz e as igrejas na Praça D. Pedro II
Monumental chafariz de Mestre Valentim, uma das poucas peças coloniais que resistiu à força modernizadora do começo do século XX. Considerado obra-prima no trabalho de cantaria, foi construído entre 1780 e 1789 e figurou por quase um século como principal chafariz da cidade. Ao fundo, aparecem a Capela Imperial e a Igreja do Carmo.
Georges Leuzinger
atual Praça XV de Novembro
circa 1866