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Avenida Paulista, em direção à Rua do Paraíso
Arquivo/Coleção: J. Hoffenberg
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Avenida Paulista, em direção à Rua do Paraíso
Guilherme Gaensly
Bela Vista
24 de fevereiro de 1902

Avenida Paulista, em direção à Rua da Consolação
Arquivo/Coleção: J. Hoffenberg
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Avenida Paulista, em direção à Rua da Consolação
Guilherme Gaensly
Bela Vista
24 de fevereiro de 1902

Jardim de Inverno Fasano
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
P003CXE111322-001.jpg
Jardim de Inverno Fasano
O Jardim de Inverno Fasano era localizado no último andar do Edifício Mara, na rua Brigadeiro Tobias.
Chico Albuquerque
Rua Brigadeiro Tobias
24 de abril de 1952

Avenida de palmeiras
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm54-0112.jpg
Avenida de palmeiras
A alameda Duque de Caxias é popularmente conhecida como rua das Palmeiras. A plantação de suas palmeiras se deu em 1876 pelo fundador da cidade Dr. Hermann Bruno Otto von Blumenau. Blumenau foi fundada em 1850 por um grupo de 17 imigrantes alemães que tinham por intuito fundar uma colônia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1900

Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0102.jpg
Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1865

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0099.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1875

Aleia das palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0064.jpg
Aleia das palmeiras no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Aleia das palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0063.jpg
Aleia das palmeiras no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Georges Leuzinger
Bairro do Jardim Botânico
circa 1867

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0060.jpg
Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e arquiteto paisagístico Auguste François Glaziou que reformulou seus jardins deixando, no entanto, intocáveis as obras de mestre Valentim.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1875

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