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Largo e rua São Bento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo e rua São Bento
Largo e rua São Bento, tendo ao fundo o largo de São Francisco
Militão Augusto de Azevedo
Centro
1887

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua do Imperador
Rua do Imperador, depois da proclamação da República passou a chamar-se rua Marechal Deodoro. No primeiro plano o largo da Sé e, ao fundo, a igreja de São Gonçalo, que ainda existe na atual praça João Mendes.
Militão Augusto de Azevedo
Atual rua Marechal Deodoro
1887

Igreja e Convento do Colégio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja e Convento do Colégio
Multidão reunida no Largo do Palácio para uma parada do corpo policial da província. O Largo do Palácio, berço da cidade, foi inicialmente chamado Pátio do Colégio, pois foi aí que instalou-se o Colégio dos Jesuítas, O local passou então a ser chamado de Largo do Palácio, abrigando a sede dos capitães generais e passando por uma série de transformações. Depois de ser ocupado também pela Secretaria de Educação, o prédio foi devolvido em 1954 à Companhia de Jesus, e a partir daí todo o conjunto arquitetônico foi reconstituído.
Militão Augusto de Azevedo
Atual Pátio do Colégio
circa 1862

Rua do Comércio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua do Comércio
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Ladeira do Palácio
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Ladeira do Palácio
Ladeira que saía do Pátio do Colégio e levava à Várzea do Carmo e às margens do rio Tamanduateí. Era conhecida como rua Municipal e, posteriormente, rua João Alfredo. O muro à direita limitava o antigo quintal dos jesuítas, ou horta do colégio. Esta imagem deu origem a um quadro de Benedito Calixto, encomendado por Afonso Taunay para o Museu Paulista.
Militão Augusto de Azevedo
Atual rua General Carneiro
circa 1862

Ladeira do Carmo
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Ladeira do Carmo
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Santos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Santos
Esta pequena edificação, concentrava os serviços alfandegários desde o início do século XVIII. Depois, em 1806, foi renomeado Consulado por ocasião da transferência da alfândega para o antigo colégio dos jesuítas. A casa abrigou, então, a Mesa do Consulado, repartição vinculada à fiscalização alfandegária com o dever de arrecadar impostos sobre ancoragem de navios e controle das mercadorias. Serviu à recebedoria de rendas antes de ser demolida em 1880.
Militão Augusto de Azevedo
Porto do Consulado
1865

Igreja Matriz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Matriz
Construída na região onde a cidade se estruturou, a antiga Igreja Matriz de Santos passou por várias reformas até ser demolida pelo poder público, em 1908, para dar lugar ao projeto de urbanização da Praça da República.
Militão Augusto de Azevedo
Santos
1865

Rua Meridional vista do Largo da Matriz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Meridional vista do Largo da Matriz
Rua que surgiu como resultado da expansão da cidade para o oeste, ligando o Terreiro dos Jesuítas com o pátio da Igreja do Carmo. No século XIX, com o recrudescimento do comércio no local, a rua foi ponto de encontro importante da população.
Militão Augusto de Azevedo
Rua Meridional
1865