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A cantora Dulce Nunes em lanchonete na Praia Vermelha
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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A cantora Dulce Nunes em lanchonete na Praia Vermelha
A cantora e compositora Dulce Nunes, nascida Dulce Pinto Bressane, no Rio de Janeiro, em 1936. Dulce iniciou sua carreira como atriz, nos anos 1950, atuando nos filmes "Estrela da manhã", de Jonal de Oliveira, e "O noivo da minha mulher", uma produção italiana. Em 1956 casou-se com o pianista Bené Nunes, e, juntos, promoviam reuniões em casa com a presença de cantores e compositores da Bossa Nova. Em 1964, participou no musical "Pobre menina rica", de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes, gravando também a trilha sonora original. No ano seguinte, após separar-se de Bené Nunes, começou a cantar em público, participando de espetáculos em teatros e de festivais na televisão. Cantou com músicos e cantores como Baden Powell, Nara Leão e Edu Lobo, entre outros. Em 1969 participou do primeiro LP de Egberto Gismonti, com quem foi casada entre 1968 e 1976. Também assinou trilhas sonoras para peças de teatro, entre elas, "A madona de Éfeso", de Millôr Fernandes, e "A megera domada", de Shakespeare. Em 1986, montou com Gismonti a empresa Carmo Produções Artísticas, e paralelamente trabalhou como decoradora da sua firma Bressane Arquitetura & Interiores.
José Medeiros
Praia Vermelha
1950s

Tonia Carrero
Arquivo/Coleção: Carlos Moskovics
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Tonia Carrero
Carlos Moskovics
Praia Vermelha
1950s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - corredor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - corredor
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - frontaria
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - frontaria
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - corredor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - corredor
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - vista posterior
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - vista posterior
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - claustro com chafariz
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - claustro com chafariz
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

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