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Homens do povo Kamaiurá com suas flautas chamadas uruá
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens do povo Kamaiurá com suas flautas chamadas uruá
Os kamayurá ou camaiurá são uma das 35 etnias que habitam o Parque Indígena do Xingu, localizado ao norte do Mato Grosso. Falam o Tupi, Tupi-Guarani, Kamayura. É provável que a manifestação registrada por Medeiros seja o Kwarup, ritual anual de reverência aos mortos. As longas flautas de bambu, conhecidas como uruás, são tocadas por duplas que percorrem todas as malocas da aldeia, espalhando um som cavo e fundo.
José Medeiros
Posto Kuluene Xingu
1952

Homens do povo Kalapalo
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens do povo Kalapalo
Os kalapalo (ou calapalo) são um dos quatro grupos de língua karib que habitam o Parque Indígena do Xingu, na região do Alto Xingu. A família lingüística da qual fazem parte tem origem em dialetos de uma língua que pertence ao ramo da Guiana Meridional. O nome kalapalo foi inicialmente atribuído ao grupo por não-índios, que possuíam como referência uma aldeia com esse nome já abandonada. Nessa época os índios mudaram-se da região de Kalapalo para uma área vizinha chamada Kwapïgï, que por sua vez foi sucedida pela aldeia Kanugijafïtï, abandonada em 1961. O que se chama hoje por kalapalo, portanto, é uma comunidade composta de gente cujos ancestrais são associados a diferentes comunidades. As antigas aldeias da tribo localizavam-se nas margens do Kuluene, mas foram deslocados na década de 1960, quando os limites do Parque do Xingu foram estabelecidos.
José Medeiros
MT
1949

Utebrewe Xavante
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Utebrewe Xavante
A fotografia foi tirada por Medeiros durante a cobertura jornalística à Segunda Expedição Aeronáutica Roncador-Xingu-Tapajós, comandada pelo brigadeiro Raymundo Aboim e publicada na revista O Cruzeiro de 29 de julho de 1950, na matéria intitulada "Os guerreiros da barriga pintada" .O povo Xavante resistiu enquanto pode ao contato com os não-índios, o que levou a opinião pública da década de 1950 caracterizar esse povo como feroz e belicoso. No entanto, a partir do Programa de Integração Nacional na década de 40, eles foram forçados a aceitar o contato, culminando em 1957, quando foram totalmente rendidos já exauridos por epidemias, perseguições e massacres. Na década de 1970, assumiram nova postura de luta política, personificada em líderes como Celestino e Mario Juruna (ex-deputado federal), que conheciam e reivindicavam direitos civis aos seus povos. Ocupam atualmente o leste do Mato Grosso.
José Medeiros
Serra do Roncador
1949

Homens do povo Kamaiurá possivelmente se preparando para o Jawari
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens do povo Kamaiurá possivelmente se preparando para o Jawari
Os kamayurá ou camaiurá são uma das 35 etnias que habitam o Parque Indígena do Xingu, localizado ao norte do Mato Grosso. Pesquisadores defendem a origem aruak do grupo, sendo a designação kamayurá genericamente aplicada pelos povos falantes de Aruak aos vários contingentes tupi que migraram rumo à bacia dos formadores do Rio Xingu, aludindo a um passado de práticas canibais. Dentre os rituais que praticam, juntamente com outras tribos do Xingu, estão o Kwarup (ou quarup, a festa dos mortos), o Jawari (festa de celebração dos guerreiros) e o Moitará (encontros para trocas de bens).
José Medeiros
Rio Kuluene Xingu
1952

Pulaliyatï Aweti (no alto) e Kanato Yawalapiti
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Pulaliyatï Aweti (no alto) e Kanato Yawalapiti
José Medeiros
Rio Kuluene Xingu
1952

Homem do povo Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homem do povo Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Os Yawalapiti são um grupo indígena que habita o estado brasileiro do Mato Grosso, no Parque Indígena do Xingu. A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu (ERX), que funcionava como a vanguarda da Fundação Brasil Central (FBC), entidade constituída para desbravar o Brasil central, uma região tida como inexplorada, e integrá-la ao restante do país através da construção de estradas, da exploração comercial de minerio, da agropecuária, e da construção de campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Os trabalhos da FBC estiveram interligados aos de outros órgãos federais, como o SPI e o Ministério da Aeronáutica. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. A fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro publicada em 11 de junho de 1949, na matéria "A Expedição Aeronáutica ao Brasil Central. Sob a Bandeira da FAB III", de José Leal (texto) e José Medeiros (fotografias)
José Medeiros
Posto Xingu, Serra do Roncador
1949

Homens dos povos Xavante e Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens dos povos Xavante e Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Os Yawalapiti são um grupo indígena que habita o estado brasileiro do Mato Grosso, no Parque Indígena do Xingu. A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu (ERX), que funcionava como a vanguarda da Fundação Brasil Central (FBC), entidade constituída para desbravar o Brasil central, uma região tida como inexplorada, e integrá-la ao restante do país através da construção de estradas, da exploração comercial de minerio, da agropecuária, e da construção de campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Os trabalhos da FBC estiveram interligados aos de outros órgãos federais, como o SPI e o Ministério da Aeronáutica. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. A fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro publicada em 11 de junho de 1949, na matéria "A Expedição Aeronáutica ao Brasil Central. Sob a Bandeira da FAB III", de José Leal (texto) e José Medeiros (fotografias)
José Medeiros
Posto Xingu, Serra do Roncador
1949

Série Xingu - Jovem Kalapalo adornada com colares e cinto ulurí
Archive/Collection: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Jovem Kalapalo adornada com colares e cinto ulurí
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Adorno plumário
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Adorno plumário
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975