Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Centro de São Paulo, visto do terraço do edifício Altino Arantes (Banespa)
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
002043HFSP001.jpg
Centro de São Paulo, visto do terraço do edifício Altino Arantes (Banespa)
Distinguem-se o viaduto do Chá, tendo na extremidade esquerda o edifício Matarazzo e, na direita, o Alexandre Mackenzie; à extrema direita da foto, o alto do Martinelli, com propaganda da Coca-Cola.
Hans Gunter Flieg
Centro
1950

Cobertura do condomínio Vitória-Régia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP002.jpg
Cobertura do condomínio Vitória-Régia
Construção da cobertura do condomínio Vitória Régia, na Rua Marquês de Itu.
Hans Gunter Flieg
Rua Marquês de Itu
1956

Condomínio Comendador Vicente Amato Sobrinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP003.jpg
Condomínio Comendador Vicente Amato Sobrinho
Lançamento do condomínio Comendador Vicente Amato Sobrinho, na Praça da Liberdade. Destaque para homens instalando um anúncio (outdoor).
Hans Gunter Flieg
Praça da Liberdade ; Bairro da Liberdade
1954

Edifício-sede da Pirelli em construção
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP004.jpg
Edifício-sede da Pirelli em construção
Registro do processo de construção do novo edifício-sede da Pirelli.
Hans Gunter Flieg
Alameda Barão de Piracicaba
circa 1959

Fábrica da Duchen;Fábrica da Duchen
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP006.jpg
Fábrica da Duchen
Registro para Agência de Publicidade Standard da Fábrica da Duchen e projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer.
Hans Gunter Flieg
Rodovia Presidente Dutra
circa 1954

Soprador de vidro da fábrica Nadir Figueiredo no bairro do Belenzinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP008.jpg
Soprador de vidro da fábrica Nadir Figueiredo no bairro do Belenzinho
A história da empresa Nadir Figueiredo Ind. e Com. S/A se confunde com a própria história da industrialização no Brasil. Ela começa em 1912 com a iniciativa pioneira e a dedicação de uma família de brasileiros. Nos anos 20, era uma modesta oficina de consertos e vendas de máquinas de escrever e equipamentos elétricos. Na década de 30, com a crise mundial e a Revolução Constitucionalista no Brasil, um dos fornecedores de globos e outras peças de vidro vende sua fábrica para a Nadir S/A. Na década de 40 a empresa já contava com mais de 1.000 funcionários. Quando a II Guerra Mundial termina, em 1945, o Sr. Nadir Figueiredo traz do exterior a mais avançada tecnologia de vidro e princípios técnicos essenciais, até então inovadores no Brasil, e inicia-se a construção da fábrica de vidros. Na década de 50, revoluciona o mercado de alimentos, criando o conceito de copos de vidro como embalagens.
Hans Gunter Flieg
Belenzinho
1953

Conjunto de mobiliário na residência do arquiteto Clóvis Felipe Olga
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP009.jpg
Conjunto de mobiliário na residência do arquiteto Clóvis Felipe Olga
Residência do arquiteto Clóvis Felipe Olga com móveis projetados por Zanine Caldas.
Hans Gunter Flieg
São Paulo
1950

Vitrine da Casa Andrade com lavadoras Bendix
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP010.jpg
Vitrine da Casa Andrade com lavadoras Bendix
Vitrine da Casa Andrade, na rua Xavier de Toledo, exibe lavadoras Bendix.
Hans Gunter Flieg
Rua Xavier de Toledo - Centro
1948

Rotativa de O Estado de S. Paulo em suas novas instalações, à rua Major Quedinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP012.jpg
Rotativa de O Estado de S. Paulo em suas novas instalações, à rua Major Quedinho
O jornal "O Estado de S. Paulo" lançou seu primeiro número no dia 4 de janeiro de 1875, uma segunda-feira, com o nome de "A Província de São Paulo", um diário de quatro páginas e 2.025 exemplares que saíria com esse nome até 31 de dezembro de 1889. Nasceu do ideal de um grupo de republicanos, dois anos depois da Convenção de Itu. Tipografia e escritório funcionavam na Rua de Palácio, n.º 14, antiga Rua das Casinhas, onde é hoje a Rua do Tesouro. São Paulo tinha então 2.992 prédios e cerca de 20 mil habitantes. Era considerada uma cidade grande, embora se limitasse à área atualmente compreendida entre o Brás e a Praça da República e tinha nos arredores, chácaras e fazendas. Em maio de 1892, a tiragem alcançava 8 mil exemplares. São Paulo pulou de 44 mil habitantes em 1886 para 150 mil em 1894. Não era mais uma cidade só de tropeiros, estudantes e funcionários públicos, como no momento do lançamento de "A Província". Ao longo do tempo a sede do jornal funcionou em diversos locais. Em 1906, a redação funcionava no Palacete Martinico, na Praça Antônio Prado, onde permaneceria até 1929. Neste ano o jornal se mudou para uma sede própria, na Rua Boa Vista, seu endereço nos anos 30 e 40. O prédio da Rua Boa Vista foi vendido e, enquanto se construía a nova sede na esquina das Ruas Major Quedinho e Martins Fontes, a redação e a administração funcionaram temporariamente na Rua Barão de Duprat, de 1947 a 1951.
Hans Gunter Flieg
Centro
1953

Filtrar por:

Áreas

Acervo IMS de A a Z

Assuntos

Pessoas

Locais

Datas

Técnicas

Suportes