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Panorama da baía de Guanabara a partir da ilha de Villegagnon
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0101.jpg
Panorama da baía de Guanabara a partir da ilha de Villegagnon
Registro feito da Ilha de Villegaignon, em que vemos ao fundo Flamengo, Glória, Pedreira (a Pedreira da Glória ou a Pedreira da Candelária, de onde saíam pedras para a construção dessas igrejas) e Sta. Thereza. A Ilha de Villegaignon foi o primeiro ponto tomado pelos franceses na Baía de Guanabara; foi assim nomeada por causa de Nicolau Durand de Villegaignon, o fundador da França Antártica. Aí foi instalada pelos franceses uma grande fortificação, mantida pelos portugueses mesmo depois da expulsão dos inimigos e reformada no século XVIII, com a instalação de uma bateria de canhões em circuito. Em 1938 a ilha transformou-se em sede da Escola Naval.
Georges Leuzinger
Ilha de Villegaignon
circa 1875

Palmeira-fuso
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0095.jpg
Palmeira-fuso
A Hyophorbe Verschaffelti é popularmente conhecida como palmeira-fuso e é proveniente da região da Maurícia.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Palmeira cariota (cariota urens)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0094.jpg
Palmeira cariota (cariota urens)
A palmeira cariota (urens) é originária do Sudeste Asiático, nas regiões da Índia, Sri Lanka, Mianmar e Malásia. No Brasil é popularmente conhecida como palmeira-de-rabo-de-peixe, pois seus folíolos tem o mesmo formato que o rabo de um peixe.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Tijuca
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0071.jpg
Tijuca
Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Tijuca, Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0068.jpg
Tijuca, Rio de Janeiro
Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Tijuca
circa 1875

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0060.jpg
Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e arquiteto paisagístico Auguste François Glaziou que reformulou seus jardins deixando, no entanto, intocáveis as obras de mestre Valentim.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1875

Casa em Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0058.jpg
Casa em Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1875

Botafogo com o Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0057.jpg
Botafogo com o Corcovado ao fundo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, tornou-se proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0056.jpg
Enseada de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, tornou-se proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1875