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Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista do Rio de Janeiro
A ilha das Cobras, desde a fundação da cidade fez parte de seu sistema de defesa com a construção do forte de Santa Margarida em 1641. No entanto, o forte não foi suficiente para conter as investidas do corsário francês Dugay Trouin, em 1711. Depois de expulsos os invasores, a ilha foi fortificada novamente em 1735, com a construção do Forte São José, que além de fortaleza foi usado como prisão, abrigando, inclusive, Tiradentes. No primeiro Império a ilha passou para o Ministério da Marinha, que construiu dois diques e um hospital. Ainda hoje a ilha permanece com instalações navais, além de ter, tombados, a porta em granito da antiga fortaleza e o frontispício da capela da luz.
Autoria não identificada
Ilha das Cobras
circa 1890

Morro do Castelo, ponta do Calabouço e morro do Pão de Açucar; vistos da Ilha das Cobras
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Morro do Castelo, ponta do Calabouço e morro do Pão de Açucar; vistos da Ilha das Cobras
Autoria não identificada
Rua da Carreira ; Ilha das Cobras ; Centro
circa 1900

Ilha Fiscal; tomada da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Ilha Fiscal; tomada da Ilha das Cobras
Autoria não identificada
Rua da Carreira ; Ilha das Cobras ; Centro
circa 1922

Dique da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Dique da Ilha das Cobras
Antes da Independência os navios brasileiros eram encalhados nas coroas da Guanabara para reparos ou levados para o Maranhão, cuja diferença de marés facilitava esse tipo de operação. O dique da Ilha das Cobras começou a ser construído em 1824, numa iniciativa do Marquês do Paraná. Sua construção só terminou em 1861 por conta de atrasos nos trabalhos, já que o inglês Henry Law, para quem havia sido encomendada a tarefa, desistiu da obra, alegando dificuldades para sua execução. O local escolhido foi a parte noroeste da ilha, em frente ao Arsenal (este no continente), e recebeu o nome de Dique Imperial.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Arsenal da Marinha, Praia dos Mineiros e Candelária; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Arsenal da Marinha, Praia dos Mineiros e Candelária; a partir da Ilha das Cobras
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Praia de D. Manoel e Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praia de D. Manoel e Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
A Praia de D. Manoel era um pedaço bastante movimentado do centro da cidade, servindo inclusive de porto para os padres da Companhia de Jesus, quando estes ocupavam o Morro do Castelo.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Arsenal da Marinha e Mosteiro de São Bento; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Arsenal da Marinha e Mosteiro de São Bento; a partir da Ilha das Cobras
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Arsenal da Guerra, Praia do Peixe e Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Arsenal da Guerra, Praia do Peixe e Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
Ao fundo, à esquerda, vemos o Morro do Castelo com a igreja e o antigo Colégio dos Jesuítas. Mais à frente, da esquerda para a direita, a Ponta do Calabouço e o Arsenal de Guerra, onde hoje funciona o Museu Histórico Nacional. Em primeiro plano, à direita, está o prédio da Alfândega, e logo atrás vemos as torres da Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, cuja fachada foi toda feita em cantaria. Ao seu lado está a antiga Catedral.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Panorama do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Panorama do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar ao fundo
Tirada da Ilha das Cobras, esta fotografia nos dá um panorama da principal orla marítima da cidade. À direita vemos o Morro do Castelo com a igreja e o antigo Colégio dos Jesuítas. Construída em 1567, quando da chegada dos padres jesuítas na cidade, a igreja guardava verdadeiras relíquias, como a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Foi destruída, porém, em 1922, junto com o morro do Castelo. O Externato Santo Inácio, instituído desde 1903, em Botafogo, aproveitou alguma de suas relíquias, como o sino.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1865