Not all documents, works and objects are available for licensing or loan.

View by
-
Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
P005DJ0796a.jpg

Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1883

-
Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
P005DJ0044.jpg

Templo da Vitória, construído no Campo de Santana em comemoração ao final da Guerra do Paraguai. Atual Praça da República.
Marc Ferrez
Campo de Santana
circa 1870

Vista da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0136.jpg
Vista da Baía de Guanabara
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1870

A Glória vista do Castelo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0129.jpg
A Glória vista do Castelo
A Glória surgiu a mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de melhorar a aparência do logradouro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Vista de Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0127.jpg
Vista de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1870

Rua 1º de Março
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0103.jpg
Rua 1º de Março
A rua Direita, atualmente chamada rua Primeiro de Março, nasceu como um prolongamento da rua da Misericórdia. Ganhou esse nome porque era através das duas ruas, quando ainda eram consideradas uma só, que os colonizadores mais facilmente - ou direito - se deslocavam entre o Morro de São Bento e a Misericórdia. A rua Direita abriga importantes edifícios nela instalados ainda na época colonial, como a igreja e o convento do Carmo (este último pertencente à Universidade Cândido Mendes) e a igreja de Santa Cruz dos Militares. Foi renomeada Primeiro de Março em 1870, já que foi esse o dia em que chegou ao fim, depois de cinco anos, a Guerra do Paraguai.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Costa norte do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0100.jpg
Costa norte do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
RJ
circa 1875

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0039.jpg
Vista do Rio de Janeiro
O passeio público do Rio de Janeiro é considerado o parque público mais antigo das Américas, sendo inaugurado no século XVIII. Foi inspirado no passeio público de Lisboa e nos jardins do Palácio de Queluz. Originalmente projetado pelo Mestre Valentim, o passeio público era formado por caminhos retos e angulares, com monumentos em vários pontos e um belvedere com visão para a baía de Guanabara. Em 1864, a pedido do imperador Dom Pedro II foi feita uma reforma no espaço do passeio pelo paisagista francês Auguste François Marie Glaziou. A reforma adotou linhas curvas e sinuosas nos caminhos e a construção de lagos e pontes, porém houve a permanência de alguns monumentos.
Marc Ferrez
Passeio Público
circa 1875

Embarcadouro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0031.jpg
Embarcadouro
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890