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Largo do Paço e Rua Direita
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço e Rua Direita
Vemos na imagem, da esquerda para a direita, a antiga Catedral, a igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo, as duas torres da igreja da Candelária, o Hotel de France e a torre da igreja de Santa Cruz dos Militares. No primeiro plano, na frente do hotel, estão os tílburis, carros de aluguel com dois lugares (apenas para o tibureiro e seu passageiro), muito comuns na cidade desde meados do século XIX até início do XX.
Camillo Vedani
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
circa 1865

Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; à direita, Paço Imperial; ao fundo, chafariz do mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; à direita, Paço Imperial; ao fundo, chafariz do mestre Valentim
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro, ainda dividida em losangos por calçadas de pé-de-moleque, como foram construídas por volta de 1789, no governo de D.Luís de Vasconcelos e Sousa. Vemos à direita a fachada lateral do Paço, o chafariz do Mestre Valentim e a fachada do Mercado da Cidade. Ao longe está a Ilha das Cobras.
Camillo Vedani
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
circa 1865

Assinatura da Lei Áurea no Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Assinatura da Lei Áurea no Paço Imperial
Na sacada do Paço Imperial está a Princesa Isabel, junto ao Conde d'Eu, sendo aclamada pela multidão após a assinatura da Lei Áurea, que finalmente extinguia a escravidão no Brasil. Foi assinada em 13 de maio de 1888 pela princesa e era fruto de um longo processo em favor da liberdade. O regime escravista começou a declinar com o fim do tráfico negreiro, em 1850, mas somente com a Guerra do Paraguai, entre 1865 e 1870, que o movimento abolicionista ganhou impulso. Muitos dos ex-escravos que voltavam da guerra vitoriosos recusavam-se a voltar à sua condição servil. A primeira lei abolicionista (Lei do Ventre Livre) foi promulgada em 1871; em 1884 o Ceará extingue a escravidão em seu território; e em 1885 foi promulgada a Lei dos Sexagenários. Finalmente, em 1888, o império cede às pressões tanto internas como externas e abole de vez a condição servil no país. A Lei Áurea contribuiu ainda para a queda da monarquia, que se daria no ano seguinte. Os republicanos haviam acabado de ganhar significativo apoio dos cafeicultores do Rio de Janeiro, que pleitearam - sem sucesso - uma indenização pela perda de seus "bens".
Antonio Luiz Ferreira
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro
13 de maio de 1888

Largo do Paço visto do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço visto do Morro do Castelo
Centro do Rio de Janeiro, primeiro plano: casario em frente a Igreja de São José, seguindo-se os fundos da Sé, Hotel de France e Mercado na Praça 15 de Novembro; mais para os fundos as Igreja do Carmo e Santa Cruz dos Militares, o São Bento e a Ilha das Cobras.
Stahl & Wahnschaffe
Praça 15 de Novembro
circa 1865

Antigo Largo do Paço; Mercado da Praia do Peixe, ao fundo, e o Mosteiro de São Bento, à direita
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Antigo Largo do Paço; Mercado da Praia do Peixe, ao fundo, e o Mosteiro de São Bento, à direita
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas construíram ali o seu convento. Ali se instalaram também, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e da Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, porque o Rio havia se tornado capital da Côlonia. Na segunda metade do mesmo século foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902 foi construído o Cais Pharoux, que substituiu o antigo do século XVIII.
Augusto Malta
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1905

Largo da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas construíram ali o seu convento. Ali se instalaram também, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e da Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, porque o Rio havia se tornado capital da Côlonia. Na segunda metade do mesmo século foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902 foi construído o Cais Pharoux, que substituiu o antigo do século XVIII.
Augusto Malta
Rio de Janeiro
1905

Estação da Cantareira
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Estação da Cantareira
Estação das Barcas na Praça XV, no centro do Rio de Janeiro, prédio projetado pelo artista Tomas Driendl e inaugurado em 1906. A exploração da navegação a vapor na baía de Guanabara foi autorizada por D. João VI em 1817, sendo a primeira linha regular para Niterói inaugurada em 14 de outubro de 1835. Antes, no início do século XIX, a navegação pela baía era feita por faluas, saveiros e botes em viagens longas e perigosas durante a noite. Em 1860 o governo imperial autorizou a Companhia Ferry a introduzir o sistema de ferry boats, embarcações a vapor que transportavam cargas, veículos e passageiros. As estações ficavam no Cais Pharoux (atual Praça XV), no Rio, e em frente a rua Chagas (hoje Praça Leoni Ramos), em São Domingos, Niterói. Com a fusão da Companhia Ferry e da Empresa de Obras Públicas do Brasil em 1889 surgiu a Companhia Cantareira e Viação Fluminense, que introduziu a venda de passes, recuperou as barcas antigas e construiu novas estações no Rio e em Niterói.
Augusto Malta
Praça XV de Novembro
1920

Mercado Municipal do Rio de Janeiro, ou, mercado da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado Municipal do Rio de Janeiro, ou, mercado da Praça XV de Novembro
Quiosque em frente ao mercado municipal da Praça XV. Os quiosques eram pequenas construções de madeira em estilo oriental localizadas em praças, largos e ruas da cidade. Considerados símbolos do atraso por serem frequentados pela gente humilde, foram retirados quando da reforma modernizadora promovida por Pereira Passos no início do século XX. O primeiro mercado municipal teve sua construção iniciada em 1825, projetado pelo francês Grandjean de Montigny, que ficou pronto somente em 1841. Quando Passos iniciou as obras de modernização da cidade, o mercado primitivo (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido e em seu lugar foi levantado um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica e projetado por Alfredo Azevedo Marques. Com cinco torres metálicas que delimitavam seu espaço, hoje resta apenas uma, na qual funciona um restaurante.
Augusto Malta
Praça XV de Novembro
7 de novembro de 1911

Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chafariz do Mestre Valentim
Foi construído em 1789 por Mestre Valentim, em substituição ao primeiro chafariz instalado ao centro do terreiro do Paço, em 1747.
Revert Henrique Klumb
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
circa 1861