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Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Teatro João Caetano
Letreiro da peça “O tesouro do sultão”, do Capitão Furtado, encenada pela Companhia Jardel Jércolis, com música de Radamés Gnattali. Jardel Jércolis [Jardel Gonzaga de Bôscoli] (Rio de Janeiro, 13/10/1894 - 1944): ator e empresário teatral. Irmão do teatrólogo, escritor, jornalista e compositor Geysa Bôscoli [Geysa Gonzaga de Bôscoli] (Rio de Janeiro, 25/01/1907 - Caxambu, MG, 07/11/1978) e do radialista, ator, apresentador e compositor Heber de Bôscoli [Heber de Bôscoli Ribeiro] (12/04/1918 ou 1920 - Rio de Janeiro, 02/06/1956). Sobrinho-neto da compositora, instrumentista (piano) e regente Chiquinha Gonzaga [Francisca Edwiges Neves Gonzaga] (Rio de Janeiro, 17/10/1847 - Rio de Janeiro, 28/02/1935). Pai do ator Jardel Filho [Jardel Frederico de Bôscoli Filho] (São Paulo, 24/07/1927 ou 1928 - Rio de Janeiro, 20/02/1983). Capitão Furtado [Ariowaldo Pires] (Tietê, SP, 31/08/1907 - São Paulo, 10/11/1979): cantor, compositor e humorista; representante da música sertaneja. Sobrinho de Cornélio Pires (Tietê, SP, 13/07/1884 - São Paulo, 17/02/1958): compositor, cantor, escritor, produtor e pioneiro das gravações de música caipira. Radamés Gnattali (Porto Alegre, RS, 27/01/1906 - Rio de Janeiro, 03/02/1988): compositor, instrumentista (piano), regente, arranjador e professor. Como diretor de orquestra de música popular, utilizava o pseudônimo Vero. Foi integrante dos conjuntos Trio Carioca, Quarteto Continental, Sexteto Continental e Sexteto Radamés Gnattali. Foi casado com a cantora, instrumentista (piano) e atriz Nelly Martins [Nelly Biato] (Rio de Janeiro, 10/08/1936 - Rio de Janeiro, 28/01/2021). Irmão do compositor, regente e arranjador Alexandre Gnattali (Porto Alegre, RS, 04/02/1918 - Rio de Janeiro, 30/03/1990). Radamés e Alexandre são tios do compositor, instrumentista (piano), regente, arranjador e professor Roberto Gnattali (Rio de Janeiro, 20/12/1948).
Praça Tiradentes
4 de outubro de 1939

Prédio da Guarda Civil
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Prédio da Guarda Civil
Prédio da antiga Guarda Civil do Distrito Federal (Rio de Janeiro), onde depois funcionou o quartel do 13º BPM.
Foto-Stúdio Dyrce
Praça Tiradentes
circa 1959

Bonde (reprodução)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Bonde (reprodução)
Bonde em frente ao Teatro São José.
Praça Tiradentes
s.d.

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Teatro João Caetano
Autoria não identificada
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1922

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Teatro João Caetano
José Medeiros
Praça Tiradentes
1950

Mercedes Baptista e Valter Ribeiro na gafieira Estudantina
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Mercedes Baptista e Valter Ribeiro na gafieira Estudantina
Mercedes Baptista foi a primeira bailarina negra a integrar o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Nascida em 1921 na cidade de Campos dos Goytacazes, ainda jovem mudou-se para o Rio e, levada pelo sonho de atuar nos palcos, passou a dedicar-se à dança ao mesmo tempo em que exercia outras atividades profissionais. Foi iniciada no balé clássico e na dança folclórica pela bailarina Eros Volúsia e na década de 1940 ingressou na Escola de Dança do Theatro Municipal, tendo a oportunidade de estudar com profissionais como Yuco Lindberg e Vaslav Veltchek. Em 1948 foi admitida como bailarina profissional no corpo de baile do Theatro e, pouco depois, ao conhecer Abdias Nascimento, passou a integrar o Theatro Experimental do Negro. O grupo atuava de forma a combater a discriminação racial no país através de atividades culturais, e nesse contexto Mercedes Batista trabalhou pela reafirmação do artista negro na dança. No final da década de 1950, em uma seleção feita pela coreógrafa norte-americana Katherine Dunham, Mercedes conquistou uma bolsa de estudos em Nova York e, depois de alguns anos fora, fundou sua própria companhia de dança no Brasil, batizada Ballet Folclórico Mercedes Batista. Formado por bailarinos negros, o grupo desenvolvia pesquisas e divulgava a cultura afro-brasileira aqui e no exterior. Mercedes Batista teve ainda destacada atuação como coreógrafa no carnaval carioca, no cinema, na televisão e no teatro.
José Medeiros
Gafieira Estudantina Musical ; Centro ; Praça Tiradentes
1956

Baile de carnaval no Teatro João Caetano
Archive/Collection: José Medeiros
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Baile de carnaval no Teatro João Caetano
José Medeiros
Praça Tiradentes
1950s

Rua Espírito Santo, atual rua Pedro I; bonde elétrico (Aldeia Campista) e bonde puxado por animais
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Rua Espírito Santo, atual rua Pedro I; bonde elétrico (Aldeia Campista) e bonde puxado por animais
A rua Espírito Santo, posteriormente chamada de Pedro I, era como se fosse um prolongamento da Praça Tiradentes. Foi palco do primeiro grande comício operário da cidade, em 1918, sob influência da Revolução Russa, e que protestou contra a carestia da classe operária causada pela alta dos preços.
Augusto Malta
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1919

Estátua Equestre de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Estátua Equestre de Dom Pedro I
Augusto Malta
Praça Tiradentes ; Centro
1906

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