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Estrada da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada da Gávea
Aberta juntamente com a Avenida Niemeyer pelo Comendador Conrado Jacob Niemeyer, a Estrada da Gávea liga os bairros da Gávea e São Conrado, na zona sul da cidade.
Armando Pittigliani
São Conrado
circa 1922

Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Niemeyer
Autoria não identificada
São Conrado
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começaram as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestres calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi aberta ao tráfego em 1905.
Photo Lopes Rio
Avenida Presidente Wilson ; Centro
circa 1917

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Portugal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Portugal
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Photo Lopes Rio
Pavilhão Português ; Centro
1922

Contracapa do Álbum Vistas da Cidade do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Contracapa do Álbum Vistas da Cidade do Rio de Janeiro
Álbum com 20 fotografias com vista do Rio de Janeiro noturnas e diurnas realizadas pela Photo Lopes Rio e por José dos Santos Affonso (18? - 1921).
José dos Santos Affonso
Rio de Janeiro
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Vista noturna da Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central, até 1912. Totalmente iluminada, a avenida recebeu 55 lâmpadários de luz elétrica, instalados pela Light em 15 de novembro de 1905, por ocasião da inauguração do segundo trecho da avenida. Nas calçadas foram instalados lampiões à gás. À esquerda da imagem, parte do Theatro Municipal e da Praça Marechal Floriano.
Photo Lopes Rio
Centro
circa 1920

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central
Vista noturna da Avenida Central. No centro, ao fundo, o obelisco comemorativo da conclusão das obras da avenida duplamente inaugurada: o primeiro trecho em 07 de setembro de1904. Passou a chamar-se Rio Branco em 10 de março de 1912, um mês após a morte do barão homenageado. À esquerda, no primeiro plano, a Escola de Belas Artes seguida da Biblioteca Nacional.
Photo Lopes Rio
Centro
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central, até 1912, tomada da Cinelândia em direção à Praça Mauá. No centro e ao fundo, o Theatro Municipal.
Photo Lopes Rio
Centro
circa 1920

Hotel Central, na Praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel Central, na Praia do Flamengo
O Hotel Central ficava na Praia do Flamengo, esquina com a rua Barão do Flamengo. Foi construído em 1915, no lugar do balneário High-Life, e era também uma casa de banho, contando com pequenos quartos onde os banhistas trocavam de roupa. Foi demolido em 1951 e em seu lugar erguido o edifício Conde de Nassau.
Photo Lopes Rio
Flamengo
circa 1920