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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Thomaz Farkas, a convite do diretor Geraldo Sarno e do zoólogo e compositor Paulo Vanzolini, participou de expedição científica ao rio Negro, na região Norte e Nordeste do Brasil, em 1975.
Thomaz Farkas
Avenida Lafayete Coutinho
circa 1970

Vista tirada do topo do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0143.jpg
Vista tirada do topo do Corcovado
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1870

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0142.jpg
Vista do Rio de Janeiro
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1890

Vista da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0136.jpg
Vista da Baía de Guanabara
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1870

Panorama da baía de Guanabara a partir da ilha de Villegagnon
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0101.jpg
Panorama da baía de Guanabara a partir da ilha de Villegagnon
Registro feito da Ilha de Villegaignon, em que vemos ao fundo Flamengo, Glória, Pedreira (a Pedreira da Glória ou a Pedreira da Candelária, de onde saíam pedras para a construção dessas igrejas) e Sta. Thereza. A Ilha de Villegaignon foi o primeiro ponto tomado pelos franceses na Baía de Guanabara; foi assim nomeada por causa de Nicolau Durand de Villegaignon, o fundador da França Antártica. Aí foi instalada pelos franceses uma grande fortificação, mantida pelos portugueses mesmo depois da expulsão dos inimigos e reformada no século XVIII, com a instalação de uma bateria de canhões em circuito. Em 1938 a ilha transformou-se em sede da Escola Naval.
Georges Leuzinger
Ilha de Villegaignon
circa 1875

Panorama do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0038.jpg
Panorama do Rio de Janeiro
Panorâmica tirada do Morro da Viúva, onde se pode ver a Senador Vergueiro, o Catete e a Praia do Flamengo, outrora Praia do Sapateiro. A atual rua Senador Vergueiro era o Caminho Velho que dava acesso à Praia de Botafogo no século XVIII. O solar do Marquês de Abrantes, que deu nome à rua, pertencera a D. Carlota Joaquina, uma das primeiras a fixar residência em Botafogo. Quem a vendeu foi seu filho D. Pedro I, herdeiro da propriedade. Após remodelá-la completamente, o Marquês aí se instalou com a família e promovia animadas reuniões sociais, contando inclusive com a presença da família Imperial. A frente de sua propriedade era também ponto de chegada de regatas que aconteciam na enseada. O Flamengo só se tornou bairro residencial em meados do século XVIII; durante o Segundo Reinado e no começo da República era a praia preferida das famílias cariocas para banhos de mar. Já o Catete era um dos braços do rio Carioca, que ia desaguar na parte baixa do Outeiro da Glória. Na segunda metade do Quinhentismo o bairro era passagem para o engenho de açúcar do rei, na Lagoa. Antônio Salema, governador da capitania do Rio, mandou construir uma ponte sobre o rio Carioca, que ficou conhecida como Ponte do Salema, e estava de pé até cerca de 1866. Por causa de suas terras ricas e água abundante, chácaras e olarias começaram a aparecer no Seiscentismo; durante o Segundo Reinado, ergueram-se no bairro ricas mansões.
Georges Leuzinger
Flamengo
circa 1865

Panorama do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0037.jpg
Panorama do Rio de Janeiro
Panorama do Rio tirado do Morro do Livramento, hoje chamado Morro da Providência. Na primeira parte do panorama, à esquerda, vemos o bairro da Saúde e seus trapiches - armazéns e depósitos de mercadorias desembarcadas - e barcos. O grande prédio do Mercado da Harmonia está próximo ao mar. No final do século XIX o mercado virou um cortiço, foi demolido por volta de 1905 e em seu lugar surgiu a Praça da Harmonia, na qual se destacava desde 1889 o edifício do Moinho Fluminense. Na segunda parte, ao centro do panorama, o casario do Centro da cidade e algumas das maiores igrejas. Do outro lado da Baía de Guanabara, vemos Niterói. Na terceira e última parte, vemos o Quartel do Campo Sant´Anna à esquerda, erguido por volta de 1811 em terrenos doados, localizados ao lado do Campo, considerados excelentes pelo Ministro Conde de Linhares. A partir de 1861 sua fachada foi remodelada - tornou-se assobradada - e ali instalou-se o Quartel General do Exército e o Ministério da Guerra. Foi reconstruído e ampliado pelo Marechal Hermes no governo de Afonso Pena (1906 a 1909); na sua parte dianteira, o Marechal Dutra - no Estado Novo - mandou levantar o Palácio da Guerra (hoje chamado Palácio Duque de Caxias).
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Enseada de Botafogo
A história de Botafogo é tão antiga quanto a história da própria cidade do Rio de Janeiro. Quatro meses após a fundação da cidade, Estácio de Sá doou uma extensão de terra, que corresponde ao atual bairro de Botafogo, ao seu amigo Francisco Velho, que o ajudou na fundação da cidade. Vinte e cinco anos depois, em 1590, Francisco Velho vendeu suas terras para João Pereira de Souza, que era conhecido como Botafogo, pois era o chefe de artilharia do galeão Botafogo. A partir da chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro, Botafogo deixou de ser uma área rural e passou a se tornar um dos locais preferidos da nobreza real. Desde então é considerado um bairro nobre da cidade do Rio de Janeiro.
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1900

Panorama de Botafogo; tomada do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0011.jpg
Panorama de Botafogo; tomada do Morro do Corcovado
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1900

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