Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Imperatriz do Brasil
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm1-0055.jpg
Imperatriz do Brasil
Imperatriz do Brasil D. Teresa Cristina Maria de Bourbon, princesa das Duas Sicílias, nasceu em março de 1822, filha do rei Fernando II das Duas Sicílias. Ela e D. Pedro II casaram-se por procuração em Nápoles, no ano de 1843, e logo depois Teresa Cristina enfrentaria uma longa viagem na fragata "Constituição" rumo ao Brasil. Em 3 de setembro de 1843 a comitiva chegava à baía do Rio de Janeiro, e em seguida deu-se a cerimônia de casamento nos trópicos. Conta-se que o futuro imperador teria ficado decepcionado com a mulher, a quem conhecia somente por quadros, mas foi encorajado para cumprir seu dever pela condessa de Belmonte, sua ama, e pelo mordomo da Casa Imperial. O casal teve quatro filhos, mas somente as duas meninas (as princesas Isabel e Leopoldina) viveram mais que um ano de idade. D. Teresa Cristina morreu em Portugal em 1889, quando a família imperial já encontrava-se no exílio imposto após a proclamação da República. Seus restos mortais, assim como os de D. Pedro II (morto em 1891), repousam atualmente no Mausoléu Imperial, na cidade de Petrópolis.
Joaquim Insley Pacheco
1875

Imperador do Brasil
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm1-0056.jpg
Imperador do Brasil
O imperador D. Pedro II nasceu no Palácio de São Cristóvão em 2 de dezembro de 1825. Filho de Pedro I e D. Maria Leopoldina, foi aclamado imperador aos 6 anos de idade, depois da abdicação do pai, em 7 de abril de 1831. Cresceu aos cuidados de tutores, que zelaram inclusive por sua educação, e aos 15 anos foi declarado maior de idade (em 1840), sendo coroado em 18 de julho de 1841. Casou-se em maio de 1843 com a princesa Teresa Cristina Maria, e com ela teve quatro filhos - Afonso, Isabel, Leopoldina e Pedro -, sendo que os dois meninos morreram ainda criança. Seu reinado durou 48 anos, acabando em 1889 com a proclamação da República.
Joaquim Insley Pacheco
1875

Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0007.jpg
Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Resultados etnográficos e arqueológicos da exploração do rio Madeira empreendida por ordem do Governo Imperial. Entre 1863 e 1869 o engenheiro alemão Franz Keller e seu pai, o também engenheiro Joseph Keller, participaram de expedições para a medição de rios no Rio de Janeiro, Paraná e Amazonas. O fotógrafo Albert Frisch chegou a acompanhá-los, mas somente até Manaus. Franz Keller-Leuzinger (que em 1867 casou-se com Sabine, filha de Georges Leuzinger), seu pai e ajudantes seguiram para o rio Madeira, enquanto Frisch viajou pelo o Alto Amazonas até a fronteira com o Peru, a bordo de um vapor, cumprindo seu projeto fotográfico.
Franz Keller
AM
circa 1874

Menina indígena de povo não identificado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0025.jpg
Menina indígena de povo não identificado
Segundo informações da imagem, a menina indígena teria sido comprada e levada para ser educada por uma família portuguesa.
Felipe Augusto Fidanza
PA
circa 1873

Retrato - homem negro não identificado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0040.jpg
Retrato - homem negro não identificado
Como a maioria de seus contemporâneos, Alberto Henschel dedicou-se principalmente ao retrato, tendo produzido uma importante série sobre os indivíduos escravizados no Brasil. A série conta com pelo menos quarenta imagens, tiradas em estúdios nas cidades de Recife, Rio de Janeiro e Salvador.
Alberto Henschel
Recife
circa 1869

Retrato - homem negro não identificado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0041.jpg
Retrato - homem negro não identificado
Como a maioria de seus contemporâneos, Alberto Henschel dedicou-se principalmente ao retrato, tendo produzido uma importante série sobre os indivíduos escravizados no Brasil. A série conta com pelo menos quarenta imagens, tiradas em estúdios nas cidades de Recife, Rio de Janeiro e Salvador.
Alberto Henschel
Recife
circa 1869

Retrato - homem negro não identificado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0042.jpg
Retrato - homem negro não identificado
Como a maioria de seus contemporâneos, Alberto Henschel dedicou-se principalmente ao retrato, tendo produzido uma importante série sobre os indivíduos escravizados no Brasil. A série conta com pelo menos quarenta imagens, tiradas em estúdios nas cidades de Recife, Rio de Janeiro e Salvador.
Alberto Henschel
Recife
circa 1869

Retrato - homem negro não identificado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0043.jpg
Retrato - homem negro não identificado
Como a maioria de seus contemporâneos, Alberto Henschel dedicou-se principalmente ao retrato, tendo produzido uma importante série sobre os indivíduos escravizados no Brasil. A série conta com pelo menos quarenta imagens, tiradas em estúdios nas cidades de Recife, Rio de Janeiro e Salvador.
Alberto Henschel
Recife
circa 1869

Retrato - homem negro não identificado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0044.jpg
Retrato - homem negro não identificado
Como a maioria de seus contemporâneos, Alberto Henschel dedicou-se principalmente ao retrato, tendo produzido uma importante série sobre os indivíduos escravizados no Brasil. A série conta com pelo menos quarenta imagens, tiradas em estúdios nas cidades de Recife, Rio de Janeiro e Salvador.
Alberto Henschel
Recife
circa 1869