Título: Praia de Santa Luzia, Avenida Beira-Mar, Palácio Monroe e arredores
Detalhes
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Gilberto Ferrez
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Praia Sª Luzia 1910
(Título original)
Praia de Santa Luzia, Avenida Beira-Mar, Palácio Monroe e arredores
(Título atribuído)
Marc Ferrez (Autoria)
1910(Data de produção)
A praia de Santa Luzia ficava em frente à igreja que tem o mesmo nome. Além do templo religioso também foi construída na extinta praia a Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, fundada em meados do século XVI e em funcionamento até hoje no mesmo local, que na época era uma região considerada isolada, devido ao Morro do Castelo. No início do século XX, a praia de Santa Luzia era uma opção de lazer para a população carioca. Porém, em 1905, o prefeito Pereira Passos mandou construir no local garagens para os barcos dos clubes de remo. Foi o início da descaracterização do espaço. Em 1922, com a derrubada do Morro do Castelo, foi construída a Esplanada do Castelo, mas ainda era possível nadar na praia de Santa Luzia, mesmo com a diminuição da faixa de areia. Na década de 1940, a ampliação do aterro para a construção do Aeroporto Santos Dumont eliminou o que restava da praia.
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Diapositivo - Vidro
AUTOCHROME / Corante e prata
COR
6(altura) x 13(largura)(imagem/dimensão total)
Externa, Paisagem, Praia, Igrejas e capelas, Arquitetura, Edifícios e prédios, Avenida Beira-Mar, Praia de Santa Luzia (Rio de Janeiro), Igreja de Santa Luzia (Rio de Janeiro, RJ), Centro da cidade
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Pertencente à caixa 007CX 118 (caixa não fotografada).
"Praia Sª Luzia 1910" (notação à tinta na frente, parte superior esquerda).
Pertencente à caixa 007CX 118 (caixa não fotografada).
"Praia Sª Luzia 1910" (notação à tinta na frente, parte superior esquerda).
https://diariodorio.com/praias-extintas-centro-rio-de-janeiro/
Nascido em 1843 no Rio de Janeiro, Marc Ferrez, filho de franceses, registrou meio século de transformações ocorridas no país. Do Império à República retratou eventos históricos e projetos emblemáticos de reconhecimento do território e da modernização do país. Nas últimas duas décadas de sua vida experimentou a fotografia em cores e dedicou-se ao negócio do cinema, ao lado dos filhos, tornando-se um dos principais distribuidores e difusores da nova arte no Brasil. Após residir na França de 1915 a 1922, com um curto intervalo no Brasil em 1920, faleceu no Rio de Janeiro em 1923.
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Em domínio público
Marc Ferrez/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
