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Engenho abandonado Marianna
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Engenho abandonado Marianna
José Wasth Rodrigues
Mariana
1926

Mina da Passagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mina da Passagem
A Mina da Passagem foi descoberta no século XVIII e explorada pela primeira empresa mineradora brasileira (Sociedade Mineralógica de Passagem), criada em março de 1819 pelo Barão W. L. Von Eschwege, que estabeleceu ainda o primeiro plano de lavra subterrânea do país. Durante nove anos, de 1874 a 1883, ela ficou paralisada, depois passando às mãos de uma empresa francesa. Depois de mais algumas paralisações e retomadas, com a mineração de ouro tornada inviável, a mina finalmente foi aberta à visitação turística.
Marc Ferrez
Mina da Passagem
1885

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Francisco Iglésias (FI)
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Carta
Fundação Cultural da Arquidiocese de Mariana
Mariana
21 de abril de 1986

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Francisco Iglésias (FI)
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Carta
Fundação Cultural da Arquidiocese de Mariana
Mariana
16 de junho de 1986

Sobrados e Basílica da Sé (ao fundo)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados e Basílica da Sé (ao fundo)
A catedral Basílica da Sé ou igreja de Nossa Senhora da Assunção é fruto da primitiva ermida de Nossa Senhora da Conceição construída em 1703 pelo capitão português Antônio Pereira Machado. Depois de sucessivas ampliações, a igreja ficou pronta em 1760, e em 1798 decidiu-se que o templo seria reedificado em pedra e cal. As obras, pagas com os rendimentos dos dízimos, começaram em 1801 e limitaram-se somente à fachada. Exteriormente o templo apresenta um aspecto bastante sóbrio, conferido pelo barroco jesuítico, mas seu interior impressiona pela riqueza da ornamentação, contendo um dos mais ricos conjuntos de talha de Minas Gerais. Um dos grandes destaques da igreja é o órgão doado no século XVIII por D. João V. Fabricado na Alemanha, chegou à Mariana em 1752 e foi assentado na Sé por Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Cláudio Manoel
1970s

Igreja Rainha dos Anjos
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja Rainha dos Anjos
A primitiva capela de Nossa Senhora dos Anjos foi erguida pela Arquiconfraria do Cordão de São Francisco, fundada em 1760 e constituída formalmente somente em 1784. É provável que a ermida tenha se transformado em capela-mor do templo definitivo, cuja construção começou também em 1748. Em 1843 notou-se que o templo precisava ser reedificado, mas as obras só começaram em 1853 e prolongaram-se até 1874 ou 1875, de acordo com a indicação do Livro de Receitas e Despesas da confraria. As intervenções compreenderam a reforma do frontispício, a reconstrução da torre e obras na capela-mor, coro, corredores, telhado, forro, assoalho e grades.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Dom Silvério
1970s

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista da cidade
Augusto Carlos da Silva Telles
São Pedro
1970s

Igreja Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja Nossa Senhora da Glória
A capela de Nossa Senhora da Glória começou a ser erguida provavelmente na década de 1720, a partir de recursos provenientes de esmolas e outras campanhas empreendidas pela população local. A primitiva ermida feita de pau-a-pique, que ruiu em 1755, foi substituída pela atual igreja de Nossa Senhora da Glória. As obras da nova capela, mais uma vez erguida graças às contribuições dos fiéis, começaram por volta de 1772. A data da conclusão das obras é desconhecida, por causa da falta de documentação a respeito. É possível que no início do século XIX a matriz já estivesse concluída, segundo observações de viajantes da época. Entre 1861 e 1887, a igreja passou por novas reformas, com recursos provenientes da Presidência da Província.
Augusto Carlos da Silva Telles
Distrito de Passagem
1970s

Igreja de São Francisco de Assis - portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de São Francisco de Assis - portada
A igreja de São Francisco de Assis foi construída a partir da iniciativa da Ordem Terceira de São Francisco. A licença para a obra foi concedida por D. Frei Manuel da Cruz em 1761, e a construção teve início no ano seguinte, devendo obedecer ao risco do Padre Ferreira da Rocha. No entanto, o risco seguido foi o do arquiteto José Pereira dos Santos. A pedra fundamental foi colocada em 1763, e em 1777 já estavam concluídas a capela-mor, a sacristia e a casa do noviciado. A primeira missa foi rezada em 6 de dezembro desse mesmo ano. Em 1783 foram feitos um novo frontispício e torres, e modificou-se o arco do coro. Em 1793 foi terminada a capela-mor, sacristia, noviciado e corredores, e depois de 1794 foram feitas ainda trabalhos de pintura. Trabalham na capela alguns renomados artistas da época, como Manuel da Costa Athaíde e Francisco Vieira Servas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo de São Francisco
1970s

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